quinta-feira, 4 de julho de 2013
VERSOS LIVRES : TEXTOS MOTIVADORES NA REDAÇÃO - ENEM
VERSOS LIVRES : TEXTOS MOTIVADORES NA REDAÇÃO - ENEM: Toda proposta de redação em exames e vestibulares é composta por, além do tema e das instruções, um conjunto de textos (que podem ser ver...
quarta-feira, 3 de julho de 2013
TESTE SEUS ESTUDOS PARA O ENEM
Em diversos momentos da vida, é necessário refletir se o que estamos fazendo está certo ou errado, bom ou ruim, eficiente ou ineficaz. Essa regra vale para relacionamentos, trabalho e, claro, para os estudos.
Será que a forma que você está se preparando para a próxima edição do Enem, que acontece nos dia 26 e 27 de outubro, está realmente te deixando em vantagem em relação àqueles que disputam a mesma vaga e/ou bolsa que você?
É necessário fazer essa análise! Afinal, descobrir que estava estudando de uma maneira errada e pouco eficiente dias antes da prova do Enem é uma situação que certamente ninguém quer passar!
E não existe outra forma de testar sua produtividade a não ser…TESTANDO! Isso mesmo! Parece redundante, mas muitas pessoas acham que conseguem descobrir a qualidade dos estudos deitadas no sofá, lendo meia dúzia de respostas e gabaritos. Pura ilusão! Você precisa colocar seus conhecimentos “na linha de frente”, ou seja, testar suas habilidades na prática.
Sendo assim, veja duas formas de descobrir se seus estudos estão valendo a pena:
1- Realize simulados.
Uma das maneiras mais interessante de fazer essa análise é participar dos diversos simulados espalhados em todos os cantos do país. Quando tiver oportunidade, não deixe de realizá-los. Além testar seus conhecimentos, você se aproximará muito do que irá enfrentar na hora do exame, pois testará também seu controle emocional e o seu preparo físico. Afinal, ficar mais de 5 horas fazendo uma prova exige muito treinamento.
2- Refaça as edições anteriores do Enem.
Muitos estudantes moram em cidades ou lugares distantes e que não apresentam oportunidade de realizar esses simulados. Neste caso, não precisa se desesperar. Basta ter disciplina e dedicação que você mesmo pode preparar o seu simulado! Existem apostilas, por exemplo, que trazem as últimas quatro edições do Enem!
QUESTÃO nº4 do ENEM de 2009
Em um experimento, preparou-se um conjunto de plantas por técnica de clonagem a partir de uma planta original que apresentava folhas verdes. Esse conjunto foi dividido em dois grupos, que foram tratados de maneira idêntica, com exceção das condições de iluminação, sendo um grupo exposto a ciclos de iluminação solar natural e outro mantido no escuro. Após alguns dias, observou-se que o grupo exposto à luz apresentava folhas verdes como a planta original e o grupo cultivado no escuro apresentava folhas amareladas. Ao final do experimento, os dois grupos de plantas apresentaram
A) os genótipos e os fenótipos idênticos.
B) os genótipos idênticos e os fenótipos diferentes.
C) diferenças nos genótipos e fenótipos.
D) o mesmo fenótipo e apenas dois genótipos diferentes.
E) o mesmo fenótipo e grande variedade de genótipos.
A) os genótipos e os fenótipos idênticos.
B) os genótipos idênticos e os fenótipos diferentes.
C) diferenças nos genótipos e fenótipos.
D) o mesmo fenótipo e apenas dois genótipos diferentes.
E) o mesmo fenótipo e grande variedade de genótipos.
RESOLUÇÃO E COMENTÁRIO (por Annelize Aragão)
Nesta questão são necessários três conhecimentos prévios:
1) O termo “fenótipo” é empregado para designar as características apresentadas por um indivíduo. Sejam elas morfológicas, fisiológicas ou comportamentais, ex. cor das folhas, tamanho da planta, etc.
2) O termo “genótipo” refere-se à constituição genética do indivíduo, ou seja, aos genes que ele possui, a informação contida no DNA.
3) A clonagem gera indivíduos geneticamente idênticos.
Os genes, portanto, são os mesmos que os da planta original. Entretanto, todos os genes respondem ao ambiente de maneira diferente. Em relação à planta original tem-se o mesmo genótipo, mas como foram submetidas à ambientes diferentes, as características fenotípicas são diferentes (cores das folhas).
1) O termo “fenótipo” é empregado para designar as características apresentadas por um indivíduo. Sejam elas morfológicas, fisiológicas ou comportamentais, ex. cor das folhas, tamanho da planta, etc.
2) O termo “genótipo” refere-se à constituição genética do indivíduo, ou seja, aos genes que ele possui, a informação contida no DNA.
3) A clonagem gera indivíduos geneticamente idênticos.
Os genes, portanto, são os mesmos que os da planta original. Entretanto, todos os genes respondem ao ambiente de maneira diferente. Em relação à planta original tem-se o mesmo genótipo, mas como foram submetidas à ambientes diferentes, as características fenotípicas são diferentes (cores das folhas).
Portanto, a resposta correta é a alternativa B.
sábado, 29 de junho de 2013
30 FORMAS DE PEDIR PARA ALGUÉM "SE CALAR" EM INGLÊS
1. Shut up (cala boca, calado)
2. Shut your mouth (cala a boca)
3. Shhhh (*pedido de silêncio)
4. Shush (quieto, silêncio, calado)
5. Hush (silêncio, calado)
6. Hush up (fique calado, cala boca)
7. Quiet down (cale-se, fique calado)
8. Be quiet (fique quieto)
9. Silence (silêncio)
10. Zip your lips (cerre os lábios, boca fechada)
11. Button your lip (cerre os lábios, boca fechada)
12. Shut your face (cale-se, cala boca)
13. Shut it (cale-se)
14. Zip it (cale-se)
15. Just stop (chega, pare de falar)
16. Put a sock in it (ponha uma mordaça)
17. Keep quiet (fique quieto)
18. Keep your mouth closed (fique de boca fechada)
19. Shut your beak (feche o bico)
20. Not a peep out of you (nem mais um pio)
21. Cut the chatter (chega de conversa fiada)
22. Keep it down (*usado para pedir silêncio a um grupo de pessoas)
23. Don’t say anything (não diga nada)
24. Pipe down (bico calado)
25. Hold your tongue (segure a língua, contenha-se!)
26. Keep your mouth shut (fique de boca fechada)
27. Fall silent (*usado para pedir silêncio a um grupo de pessoas)
28. Shut your trap (cala boca)
29. Stop talking (pare de falar)
30. Cut it out (corta essa)
2. Shut your mouth (cala a boca)
3. Shhhh (*pedido de silêncio)
4. Shush (quieto, silêncio, calado)
5. Hush (silêncio, calado)
6. Hush up (fique calado, cala boca)
7. Quiet down (cale-se, fique calado)
8. Be quiet (fique quieto)
9. Silence (silêncio)
10. Zip your lips (cerre os lábios, boca fechada)
11. Button your lip (cerre os lábios, boca fechada)
12. Shut your face (cale-se, cala boca)
13. Shut it (cale-se)
14. Zip it (cale-se)
15. Just stop (chega, pare de falar)
16. Put a sock in it (ponha uma mordaça)
17. Keep quiet (fique quieto)
18. Keep your mouth closed (fique de boca fechada)
19. Shut your beak (feche o bico)
20. Not a peep out of you (nem mais um pio)
21. Cut the chatter (chega de conversa fiada)
22. Keep it down (*usado para pedir silêncio a um grupo de pessoas)
23. Don’t say anything (não diga nada)
24. Pipe down (bico calado)
25. Hold your tongue (segure a língua, contenha-se!)
26. Keep your mouth shut (fique de boca fechada)
27. Fall silent (*usado para pedir silêncio a um grupo de pessoas)
28. Shut your trap (cala boca)
29. Stop talking (pare de falar)
30. Cut it out (corta essa)
sexta-feira, 28 de junho de 2013
OS SOTAQUES NA LÍNGUA PORTUGUESA
Direto de Portugal
O nosso idioma nasceu quando os portugueses chegaram ao Brasil, na época do descobrimento, em 1500. Ao longo dos anos, o jeito de falar foi mudando bastante por causa da mistura dessa língua com as de outros povos, como indígenas, africanos e europeus. Ainda hoje o nosso modo de falar continua a passar por mudanças por causa da convivência com pessoas de outros países e até das pronúncias diversas que ouvimos no rádio, na TV e no cinema.
Quanta diferença!
Apesar de o idioma oficial do Brasil ser o português, você já reparou que em algumas regiões as pessoas falam de um jeito diferente do seu? É que cada estado tem um sotaque próprio, ou seja, uma forma diferenciada de pronunciar as palavras. Por exemplo, os mineiros falam de um jeito mais cantado. Já os baianos de uma forma mais arrastada.
Português com sotaque
Rio de Janeiro
O “S” puxado (quase um “X”) tem influência da família real portuguesa. Quando os nobres se mudaram para a cidade, em 1808, todo mundo queria falar como eles.
Minas Gerais
Lá as pessoas costumam falar diminutivos, substituindo o “inho” por “im”: “mineirinho” vira “mineirim”. Além dos portugueses, a fala dos mineiros teve influência do sotaque de outros estados brasileiros, principalmente de São Paulo, Pernambuco e Bahia.
São Paulo
Na capital deste estado, as pessoas falam o “R” de um jeito bem abafado e engraçado, uma herança direta dos imigrantes italianos. Já no interior, ele ficou bem acentuado por influência do idioma indígena da região.
Pernambuco
Os holandeses passaram muito tempo na região e deixaram como herança a forte pronúncia do “R”, que parece vir do fundo da garganta.
Bahia
O sotaque nasceu da mistura de povos estrangeiros e brasileiros. O “S” assobiado veio de São Paulo e Minas Gerais; e o “R” arrastado, dos cariocas. E os baianos adoram trocar o som de “G” pelo som de “X”, como em “oxente!”
Santa Catarina
A fala cantada e a troca do “E” pelo “I” têm influência direta dos portugueses da ilha dos Açores, principais colonizadores da região.
Consultoria: Maria Filomena S. Sândalo (professora do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp).
TEXTOS MOTIVADORES NA REDAÇÃO - ENEM
Toda proposta de redação em exames e vestibulares é composta por, além do tema e das instruções, um conjunto de textos (que podem ser verbais e não verbais, como charges, tirinhas, gráficos, infográficos, mapas, fotos, figuras em geral etc), o qual chamamos, popularmente, de coletânea textual. Apesar desta semelhança, cada prova possui o seu conceito sobre este aspecto: há vestibulares que orientam que os candidatos façam uso destes textos e eles ficam sujeitos a descontos na nota final caso não utilizem dados, informações, exemplos, dentre outros, da coletânea que acompanha a proposta e este uso, por sua vez, também é específico, ou seja, determinado pela avaliação – normalmente, não é recomendada a cópia generalizada em qualquer situação. Em outros casos, como o do ENEM, a coletânea recebe um outro nome, o que já nos diz algo sobre sua função na proposta de redação: textos motivadores.
Para o Exame Nacional do Ensino Médio, os chamados textos motivadores fazem, juntamente com o tema posto, o recorte temático proposto pela banca elaboradora e servem para, como o próprio nome diz, motivar o participante a pensar, a refletir e a se inspirar em relação ao tema e, assim, não deve ficar preso ao que é dito ali. O Guia do Participante do ENEM 2012 inclusive afirma que o candidato não deve copiar trechos dos textos motivadores, o que acarreta em desconto na nota e na contagem das linhas válidas e escritas.
Obviamente, dependendo do tema, é impossível não recorrer aos textos motivadores. No último ENEM, por exemplo, no qual o tema foi uma grande surpresa para a maioria dos participantes (Os Movimentos Imigratórios no Brasil no Século XIX), muitos deles, justamente por não esperarem este tema e, consequentemente, não saberem direito o que escrever, por ficarem perdidos no momento da prova, basearam completamente a sua redação nos textos motivadores que, por sua vez, um deles, fazia menção à denúncia de trabalho escravo de colombianos em uma confecção que fornecia roupas para uma grande rede de lojas e o outro abordava diretamente a vinda de haitianos para o Brasil. Isso, segundo o Guia do Participante do ENEM 2012, tem como consequência um decréscimo na nota final que, juntamente com o elemento surpresa, fez as notas despencarem do ENEM 2011 para o 2012 (muitas pessoas reclamaram sobre isso na mídia, que no ENEM 2011 tiveram notas maiores do que no ENEM 2012, mas não pensaram e não refletiram sobre o seu conhecimento acerca do tema).
Então quer dizer que não é permitido copiar, usar nada dos textos motivadores? Não podemos dizer, com certeza, que sim ou que não, já que não conhecemos os maiores detalhes da grade, pois como já falamos anteriormente, estes detalhes são explicados, apenas, aos professores que fazem o treinamento para corretores, mas podemos dar algumas orientações. Os textos motivadores devem ser lidos com muita atenção e, neste momento, palavras-chaves podem ser destacadas e usadas na redação, além do estabelecimento de relações entre todos eles ser fundamental, já que todos (de dois a três, geralmente) dizem respeito a um mesmo assunto (macro) e a um mesmo tema (micro). Já que o ENEM afirma que cópias não são recomendadas (não só ele, como demais exames), a paráfrase (reescrever algo do seu modo, com as suas palavras, sem copiar propriamente) torna-se em recurso importante.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
REDAÇÃO NO ENEM - 4ª COMPETÊNCIA
Hoje falaremos sobre a 4ª competência avaliada na redação do ENEM (clique aqui para ver todas) – “demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação” – finalizando a série que detalha as competências arroladas na prova de produção escrita do exame. Como já dissemos anteriormente, todas as competências são dependentes umas das outras, uma leva a outra, pois elas estão muito bem entrelaçadas e relacionadas e, por isso, podemos parecer repetitivos nas nossas explicações.
A 4ª competência visa avaliar à estruturação interna e lógica da redação, isto é, entre as suas partes, entre os seus parágrafos e, portanto, o encadeamento de ideias e a organização da paragrafação, aqui, são os aspectos analisados pela banca examinadora do ENEM. Normalmente, dedica-se, para cada tópico frasal, um parágrafo e todos os parágrafos devem estar conectados através de relações de sentido como causa e consequência, exemplificações, fundamentações, comparações, finalizações (geralmente deixadas para o último, o da conclusão e, no caso do ENEM, o mesmo da proposta de intervenção social) etc.
Este encadeamento deve resultar em continuidade, o que nos leva à coesão, sobre a qual já dedicamos algumas publicações; para termos um texto coeso, faz-se necessária a adequada utilização de recursos linguísticos, o cerne desta competência. O Guia do Participante do ENEM 2012nomeia de recursos linguísticos conectores e itens lexicais; mais especificamente, conjunções, advérbios e locuções adverbiais, pois são eles que estabelecem as inter-relações entre as frases, as orações e os parágrafos. O importante, aqui, é refletir sobre as relações de sentido que estes recursos estabelecem (adição, causa-consequência, explicação, finalidade, oposição, contrariedade, objeção etc.) para que eles expressem, realmente, o que você, autor, quer dizer.
O processo de referenciação também é muito importante nesta competência, já que uma redação bem escrita o faz através de pronomes, artigos e advérbios, o que torna o texto não repetitivo e com relações corretas de sinonímia (referente a sinônimos), antonímia (referente a antônimos), hiponímia (relação entre parte e todo), hiperonímia (relação entre um vocábulo de sentido genérico e outro de sentido específico), além do uso de expressões resumitivas, metafóricas e meta discursivas.
Os cinco níveis de desempenhos avaliados nesta competência são os seguintes:
200 pontos: recebe esta pontuação a redação que constrói uma articulação sem inadequações na utilização dos recursos coesivos. Basicamente, de acordo com o Guia do Participante ENEM 2012, para ter esta nota, o texto não pode conter nenhum desvio, já que o objetivo é demonstrar pleno domínio destes recursos.
160 pontos: recebe esta pontuação a redação que possuir poucos desvios dos recursos coesivos, ou seja, aquela que mostrar certo domínio desta competência.
120 pontos: recebe esta nota o participante que redigir uma redação com alguns desvios dos recursos coesivos e eventuais inadequações e, assim, demonstrar um domínio regular.
80 pontos: esta pontuação vai para o texto que conter muitos desvios e inadequações e, assim, demonstrar pouco domínio desta competência.
40 pontos: recebe esta nota a redação na qual o candidato articula de modo precário e/ou inadequado, com graves e frequentes desvios de coesão textual.
0 ponto: recebe 0 nesta competência o texto que apresenta informações totalmente desconexas.
Sabemos que os termos “poucos”, “alguns”, “muitos”, “frequentes” desvios são muito genéricos para se ter uma ideia real dos níveis de avaliação desta competência, mas reafirmamos que nos baseamos no que é publicado oficialmente sobre o ENEM e que estes termos são, sem dúvida, detalhados para os professores em treinamento para corretores. Por isso, o ideal é escrever buscando que a redação não possua nenhum desvio, em nenhuma competência.
terça-feira, 18 de junho de 2013
REDAÇÃO NO ENEM - 2ª COMPETÊNCIA
Voltando a falar sobre a 2ª competência avaliada na redação do ENEM (“compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo” (BRASIL-DF, 2012, p. 14)), explicaremos nesta semana os cinco níveis de desempenho avaliados pela banca corretora. Lembrando que cada competência é avaliada de 0 a 200 pontos, esta competência possui os seguintes níveis:
200 pontos: recebe esta pontuação o candidato que desenvolve muito bem o tema proposto pela prova de redação do ENEM através de uma argumentação consistente, isto é, uma argumentação que não é facilmente rebatida e, assim, é muito bem fundamentada e que mostra um excelente domínio da estrutura da dissertação-argumentativa, ou seja, que escreveu um texto bem estruturado, com uma tese explícita e defendida por meio de argumentos bem relacionados as demais áreas do conhecimento e que não são restritos às ideias contidas nos textos motivadores nem pertencentes ao senso comum, o que vale também para a proposta de intervenção social que deve estar presente, pois é um requisito básico da avaliação e funcionar como conclusão, algo que remete, também, à estruturação do tipo textual.
160 pontos: recebe esta pontuação o candidato que desenvolve bem o tema proposto pelo ENEM, não explorando seus principais aspectos, mas que o faz através de argumentos menos consistentes (mal desenvolvidos, mas não restritos ao que está nos textos motivadores e atrelados ao senso comum), porém com um bom domínio da dissertação-estrutural, o qual poderia melhorar.
120 pontos: recebe esta pontuação o candidato que desenvolve o tema de forma adequada através de uma abordagem superficial, pouco desenvolvida e aprofundada, que pouco estabelece relações que as várias áreas do conhecimento e, assim, que argumenta de maneira previsível por meio de um domínio adequado da dissertação-argumentativa sem explicitar uma tese (o que é entendido pelo corretor através do contexto) e/ou atendendo-se mais ao caráter dissertativo do que argumentativo do tipo textual.
80 pontos: recebe esta pontuação o candidato que desenvolve o tema de forma mediana ou que tangenciou o tema proposto, desenvolvendo argumentos previsíveis, a partir do senso comum ou de cópias dos textos motivadores, além de apresentar um domínio precário do tipo textual pedido.
40 pontos: esta pontuação vai para o candidato que tangenciou o tema, mostrando que não compreendeu de maneira proficiente a proposta de redação do ENEM e que, consequentemente, apresenta uma inadequação da dissertação-argumentativa ou, ainda, resquícios de outro tipo textual (narração e descrição, por exemplo).
0 ponto: recebe zero o participante que foge totalmente ao tema e/ou que escreve outro tipo textual ou gênero e não uma dissertação-argumentativa.
Vale lembrar que este conteúdo é o divulgado pelo Ministério da Educação e é nele que nos baseamos. Não conhecemos mais detalhes da grade de correção das competências do ENEM, pois eles são explicado, somente, aos professores corretores que farão o treinamento para participar da correção da redação do ENEM, já que trata-se de algo sigiloso (por razões óbvias), como as demais grades de correção dos demais vestibulares. O que sabemos é o que o MEC divulga e é nisto que nos baseamos.
Estes são, enfim, os cinco níveis de desempenho avaliados na 2ª competência da redação do ENEM. (Clique aqui para conhecer todas as competências do Enem)
segunda-feira, 17 de junho de 2013
VERBO TRY
Try /traɪ/ é um daqueles verbos que fazem a diferença no inglês. Suas aplicações vão de situações comuns no cotidianoaté assuntos mais sérios, como julgar alguém nos tribunais de justiça. Além disso, é um verbo fácil de pronunciar e utilizar.
Hoje vamos falar de três significados essenciais de try: tentar, experimentar e julgar. Observe as explicações a seguir.
1. Try: tentar fazer alguma coisa
- Try to call me on Saturdays. [Tente me ligar aos sábados.]
- Try and finish it. [Tente terminar isto.]
- I’m trying to find my pen. [Eu estou tentando encontrar minha caneta.]
- Try not to say it again. [Tente não dizer isto novamente.]
- I tried everything to lose weight with no success. [Eu tentei fazer de tudo para perder peso, sem sucesso.]
Note que “try to + verbo” e “try and + verbo” significam a mesma coisa. A primeira opção, com “try to“, é a forma padrão. A segunda opção, com “try and“, é comum em linguagem coloquial.
2. Try: experimentar [comida, método, etc] ou experimentar fazer alguma coisa
- Can I try the soup? [Eu posso experimentar a sopa?]
- It’s delicious. Try it. [Está delicioso. Experimente.]
- Try some of this cake. [Experimente um pouco deste bolo.]
- I tried all kinds of diets but nothing works.[Eu experimentei todos os tipos de dietas, mas nada funciona.]
- Try talking about what happened. [Experimente falar sobre o que aconteceu.]
- Try visiting her. [Experimente visitá-la.]
Não se esqueça de que “try + verbo + ing” é uma estrutura comum para dizermos “experimentar fazer alguma coisa”, como foi mostrado anteriormente. Outra dica importante: o phrasal verb “try on” é utilizado ao falarmos de “experimentar” roupas e calçados em geral.
- I’d like to try on this shirt. [Eu gostaria de experimentar esta camisa.]
- Can I try on these shoes? [Eu posso experimentar estes sapatos?]
3. Try: julgar [geralmente usado na voz passiva - be tried: ser julgado(a)]
- John is being tried for murder. [John está sendo julgado por homicídio.]
- Franklin’s case will be tried on 25th August. [O caso do Franklin vai ser julgado no dia 25 de agosto.]
- He was tried and found guilty at the time. [Ele foi julgado e considerado culpado na época.]
English Expert
Assinar:
Postagens (Atom)