segunda-feira, 13 de abril de 2015

Aparelhos Eletrônicos e Estudo Não Combinam!


O cérebro humano, sem dúvida alguma, é a maquina mais impressionante que existe. A complexidade de seu funcionamento dá a qualquer pessoa, dedicada o bastante, a possibilidade de aprender qualquer coisa que queira!
Entretanto, a mesma complexidade que traz essas incríveis possibilidades pode pregar verdadeiras “peças” e dificultar a realização de tarefas aparentemente simples. Como assim? Paradoxalmente, o mesmo cérebro que permite um garoto a desenvolver táticas de guerra num complicado jogo online, também pode impedi-lo de manter a concentração na hora dos estudos.
Dentre várias orientações que já demos, um alerta tem fundamental importância nestes casos: A distração que aparelhos eletrônicos podem provocar. Grupos de Whatsapp, conversas e trocas de mensagem no Facebook, jogos, smartphones etc… Tudo isso, infelizmente, costuma desviar a atenção dos jovens.
Para não cair nessas armadilhas, o importante é utilizar duas grandes virtudes quando abrir os livros: determinação edisciplina. Se incluí-las na rotina pode ser algo difícil para você, não enxergamos outra saída, o jeito é desligar todos os aparelhos eletrônicos que possam, de uma forma ou de outra, prejudicar sua preparação.
“Mas não posso nem dar uma olhadinha de 5 minutos no Facebook?”
Não! Hora de estudo é hora de estudo. Pode ser realmente incômodo no começo, mas com o passar do tempo com certeza irá se acostumar. E sua atenção e concentração, é claro, agradecem.
Caso não siga essas instruções, possivelmente comprometerá a qualidade e a fixação dos conteúdos que está “tentando” estudar.

sábado, 11 de abril de 2015

A Importância da Leitura Para a Redação do Enem

Não há o que se discutir a respeito da importância da leitura na vida escolar, acadêmica, profissional e social de qualquer pessoa, já que é quase uma redundância dissertar sobre como o ato de ler é fundamental. Na infância, a família deve estimular a leitura por parte dos filhos desde os primeiros anos, chegando à adolescência; a escola é crucial na formação de leitores, pois é por meio dela que adentramos, oficialmente, ao mundo literário e aos mais diversos gêneros e é na esfera escolar onde a leitura passa a ser obrigação, e não somente prazer.
Atualmente, muitos jovens e adultos afirmam não gostarem de ler e, em consequência, não terem esse hábito, ou será ao contrário? Pode ser que muitas pessoas não tenham o hábito de ler e, por isso, não sabem que gostam ou que poderiam gostar de ler.
O PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) cujo intuito é medir os conhecimentos em leitura, matemática e ciências de alunos por volta dos quinze anos de idade de países membros OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e demais parceiros, em 2012, atestou que o Brasil somou, apenas, 410 pontos em leitura, 86 pontos abaixo da média dos outros países participantes. Com esse resultado, ficamos em 55º lugar na classificação geral, perdendo para os nossos vizinhos latinos Chile e Uruguai.

O PISA avalia a leitura em seis níveis e 49,2% dos alunos brasileiros avaliados em 2012 não conseguiram atingir o segundo nível de avaliação, ou seja, esses jovens não conseguem deduzir informações dos textos lidos nem estabelecer relações entre partes diferentes de um mesmo texto, competências consideradas primárias pelos pesquisadores e estudiosos de leitura.

Disponível em http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/12/. Extraído em 08/04/2015.
Muitas pessoas culpam, dentre outros fatores, a internet pela falta de leitura e pelo mau desempenho do Brasil em exames como o PISA, contudo especialistas em Linguística Aplicada, como a professora doutora Irandé Antunes, por exemplo, defendem que nunca se leu tanto quanto nos dias de hoje, justamente, por meio da rede mundial de computadores. A questão, na verdade, não é o que se lê, mas como se lê.
Existe uma crença, na qual muitos acreditam, de que um leitor assíduo é apenas aquele leitor que lê obras literárias canônicas, ou seja, livros conceituados e reconhecidos pela crítica e, consequentemente, valorizados pela escola, mas um leitor assíduo, na verdade, é aquele leitor que lê jornais, revistas, portais de notícias na internet, posts em redes sociais, obras técnicas relacionadas ao seu campo de trabalho e pesquisa etc.
O importante, no fim das contas, é ler o que gosta, o que interessa, o que chama a atenção e o que atiça a curiosidade com senso crítico; a criticidade é fundamental no ato de ler, já que, ao lermos, fazemos juízos de valor e respondemos ativamente ao que estamos lendo.
Em relação ao Enem, já cansamos de afirmar, mas nunca é demais repetir, que a leitura é importante para, em termos da prova de redação, estarmos preparados para o tema das propostas. A coletânea de textos motivadores não pressupõe que o candidato conheça profundamente o tema em questão, já que os textos de apoio o apresentam, mas conhecê-lo um pouco ajuda e muito uma vez que o Enem não permite a cópia dos textos motivadores, já que busca uma dissertação-argumentativa autoral e autônoma.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

De quem é a culpa?


Sabemos que o momento não é fácil para a Educação em nosso país, porém sabemos que não há `descuido` só dos governantes;  há, também,  dos educandos e educadores.
A escola tem o papel facilitador, mas até onde ela deve ter seu papel e deixar que o educando caminhe com suas `próprias pernas`? como ensinar e não prejudicar o próprio educando? em que momento de uma verificação bimestral, um professor de Língua deve liberar o uso do dicionário? um professor de língua estrangeira deve liberar o dicionário em todas as avaliações escritas?  o professor de língua vernácula deve liberar sem restrições? e o professor de matemática, de física ou de química deve liberar formas nos quadros ou painéis, na sala, durante suas avaliações? até onde isso é prejudicial ou não ao aluno?...



terça-feira, 7 de abril de 2015

Dicas de Leitura Enem 2015: da Evolução à Radioatividade


Evolução Humana

A reportagem do BBC Brasil mostra e explica 15 mudanças genéticas que os ancestrais dos seres humanos passaram para que hoje fôssemos assim. Leia clicando aqui e aproveite para estudar alguns conceitos de biologia e história.

Lei do Caminhoneiro

Recentemente, foi aprovada uma nova legislação sobre o emprego de caminhoneiro. A Carta Capital fez um artigo que mostra detalhes do que mudou e quais são as consequências para a segurança do trabalhador, que é um tema bastante social que pode ser cobrado nas provas ou na Redação do Enem. Confira.

Aprendendo um novo idioma

Mais um do BBC Brasil. Esse artigo, que pode ser consultado aqui, traz dicas de como aprender um novo idioma de maneira mais fácil e rápida. Muito bom para treinar para as questões de Língua Estrangeira (inglês ou espanhol) para o exame nacional!

Preconceito Linguístico

O site Café com Sociologia fez uma análise social sobre erros gramaticais e variações linguísticas, mostrando como isso afeta as relações sociais e causa preconceito. Leia o artigo e aproveite para lembrar da recente explicação da Profª Camila sobre variedades linguísticas, nesta matéria.

Marie Curie

Um artigo da Revista Superinteressante conta a história de Marie Curie, uma cientista que viveu no século passado. Dona de dois prêmios Nobel, um de física e um de química, Marie teve participação muito importante no desenvolvimento da área de radioatividade. Conheça a história dela e aproveite para estudar conceitos dessa área.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Temas Redação Enem 2015: Redução da Maioridade Penal


A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CJC) da Câmara dos Deputados Federais aprovou no último dia 31 de março a PEC 171/93 de autoria do parlamentar Marcos Rogério (PDT-RO) que reduz a maioridade penal dos 18 para os 16 anos no Brasil. Ou seja, a CJC, com essa aprovação, afirma que a redução da maioridade penal é constitucional, argumento rebatido pelos partidos contrários à referida PEC (Psol, PT, PPS, PSB e PcdoB).
A partir desse momento, a Câmara abrirá uma comissão especial para debater o tema e examinar a proposta que foi apresentada com 46 emendas criadas nos últimos 22 anos, desde quando a proposta original foi inserida. Essa comissão especial terá 40 sessões em Plenário, inclusive audiências públicas, para dar o seu parecer final.
Após esse trâmite, a PEC será votada pelos deputados federais em dois turnos e, para ser aprovada, precisa de 3/5 de votos favoráveis (308 parlamentares) em cada uma das votações. Caso a PEC seja aprovada na Câmara, passará pelo mesmo sistema de votação no Senado Federal e, se aprovado o texto original, será promulgada; já se for aprovado, mas com alterações, voltará para a Câmara Federal para ser votado novamente.
A redução da maioria penal sempre foi um tema polêmico e que desperta debates acalorados na população em geral e, com essa movimentação parlamentar, voltou a ocupar espaços importantes nas mídias televisiva, imprensa e digital em todo o país e, por ser algo tão importante, resolvemos trazê-lo nessa coluna que trata de temas relevantes para a redação do Enem 2015.
Em outras ocasiões, afirmamos que acreditamos que temas tão polêmicos, como a redução da maioridade penal e a regulamentação e descriminalização do aborto, por exemplo, não seriam temas de propostas de redação do Enem, mas como o debate tomou proporções nacionais, objetivamos mostrar a vocês, leitores, os argumentos favoráveis e contrários a essa medida a fim de que vocês construam as suas próprias opiniões.
Segundo a página Congresso em Foco, a PEC não teria a maioria dos votos favoráveis na Câmara dos Deputados e a tendência seria reduzir a maioridade penal apenas para crimes hediondos – algo que também contraria os partidos opositores à proposta. Crimes hediondos, a saber, são crimes como latrocínio (roubo seguido de morte), sequestro, estupro, homicídio dentre outros.
O deputado Marcos Rogério (PDT-RO), em entrevista à edição da última terça-feira (31/03) do Jornal Nacional, argumentou o seguinte:
O que a sociedade está pedindo é que haja redução. Já se pode votar aos 16 anos, pode casar aos 16 anos, pode tanta coisa aos 16 anos. Não pode responder pelos crimes? Então, acho que é um avanço o que nós fizemos aqui na CCJ, mas esse debate vai ser muito mais caloroso na comissão especial, onde vai se discutir o mérito da questão.
Já o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), na mesma matéria, rebateu dizendo que
Já há medidas de punição. O Estatuto da Criança e do Adolescente já prevê uma série de sanções, inclusive com internação. As medidas socioeducativas, quando aplicadas corretamente, têm se mostrado muito mais eficazes para a sociedade do que o encarceramento.
Parlamentares e ativistas contrários à redução da maioridade penal dos 18 aos 16 anos argumentam que essa medida é inconstitucional, pois a Constituição Federal proibiria essa diminuição, algo interpretado de maneira inversa pelos parlamentares e ativistas favoráveis à redução. O fato é que, na lei máxima do país, está posto, em seu artigo 228, que menores de 18 anos são inimputáveis criminalmente.
Os argumentos favoráveis à redução da maioridade penal espelham-se em países nos quais a idade mínima para ser acusado e condenado criminalmente é abaixo dos 18 anos, como a Inglaterra, por exemplo, onde, atualmente, a maioridade penal é de 10 anos e o país passa por uma discussão sobre a possibilidade de aumentá-la.
Disponível em http://direito.folha.uol.com.br/blog/category/maioridade%20penal. Extraído em 01/04/2015.
Disponível em http://direito.folha.uol.com.br/blog/category/maioridade%20penal. Extraído em 01/04/2015.
Outro argumento favorável é o que afirma que a impunidade gera mais violência. Adolescentes são usados por adultos para levarem a culpa pelos crimes por esses receberem, apenas medidas socioeducativas ou, se apreendidos (já que o Estatuto da Criança e do Adolescente não usa o verbo prender ao tratar de menores de idades), podem ficar nas instituições para esse fim por, somente, três anos.

Dados estatísticos são usados como estratégia argumentativa (como deve-se fazer em uma redação do Enem) para fundamentar a aprovação da redução da maioridade penal, visto que, de acordo com uma pesquisa realizada, em 2013, pelo instituto CNT/MDA, indicou que 92,7% da população brasileira é a favor da medida; já a pesquisa do Datafolha, promovida no mesmo ano, apontou que 97% dos paulistanos querem a redução da maioridade penal e 72% pensam que isso deveria ser feito em relação a qualquer tipo de crime.
Por outro lado, parlamentares e ativistas contrários também fundamentam seus argumentos em estratégias argumentativas como dados estatísticos. Segundo a página do Movimento 18 razões para a NÃO redução da maioridade penal, o índice de reincidências nas prisões brasileiras é de 70%, ou seja, o sistema carcerário do nosso país não consegue reabilitar o preso para voltar à sociedade e não cometer mais crimes, já que está super lotado e sucateado e possui a 4ª maior população carcerária do mundo com 500 mil presos, perdendo apenas para Estados Unidos, China e Rússia.
Disponível em https://18razoes.files.wordpress.com/2013/04/infogrc3a1fico_menores_1.gif. Extraído em 01/04/2015.
Disponível em 18razoes.files.wordpress.com/2013/04/infogrc3a1fico_menores_1.gif. Extraído em 01/04/2015.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Dicas para Interpretação de Gráficos no Enem


Se você já fez questões do Enem, já deve ter percebido que gráficos, infográficos, charges, tabelas e figuras são muito usados nos enunciados das questões. Hoje estudaremos algumas técnicas que ajudam na interpretação dos gráficos, já que essa é uma habilidade que confunde muitos estudantes.
Ao se deparar com um gráfico, o primeiro cuidado a se ter é observar seus elementos básicos, que são:
  • Título: frase curta que sintetiza o assunto do gráfico;
  • Subtítulo: utilizado para explicar o assunto e, geralmente, alguma variável do gráfico;
  • Fonte: identifica a instituição responsável pelos dados apresentados no gráfico. Também pode conter local e data de publicação.
Após identificar os elementos acima, é importante reconhecer as variáveis e unidades de medida, quando houver, em cada eixo do gráfico, o horizontal e o vertical. Vejamos um exemplo:
dados ibge

No caso do gráfico acima, identifiquemos primeiramente os elementos principais:

  • Título: Doenças que mais atingem os idosos
  • Subtítulo: Mais da metade das pessoas com mais de 60 anos tem pressão alta
  • Fonte e data: IBGE 2008.
Agora vamos analisar os eixos e as variáveis representadas neles:
  • Eixo horizontal: Apresenta as doenças. Ex: hipertensão, doença de coluna etc.
  • Eixo vertical: Apresenta a porcentagem de idosos com cada doença. Ex: 0%, 10% etc.
Para identificar o valor de cada doença, é necessário “cruzar” as informações contidas em cada eixo. Por exemplo: doença de coluna atinge aproximadamente 35% dos idosos enquanto asma ou bronquite atinge 5%.
Por último, vamos reconhecer os principais tipos de gráficos existentes:
  • Gráfico em barras: é o caso do gráfico utilizado no exemplo acima.
  • Gráfico em linha: geralmente é utilizado para representar a variação de uma ou mais grandezas em função do tempo.
    grafico linha

  • Gráfico em setores (Gráfico pizza): construído em forma circular, cada ângulo do setor corresponde ao valor de uma variável, podendo apresentar porcentagens ao invés do valor bruto.
    grafico pizza

InfoEnem

5 Dicas Para Fazer Um Bom Resumo

Antes de qualquer dica, é importante destacar que fazer resumo não é copiar! Não adianta nada escolher meia dúzia de parágrafos, transcrevê-los e chamar isso de resumo. Esse amontoado de palavras pode ser qualquer coisa, menos um resumo de verdade! Além disso, não vai te auxiliar em nada na fixação e entendimento do conteúdo. Tendo isso em mente, podemos fazer receita que, caso siga o passo a passo, conseguirá realizar um ótimo resumo:
  1. Leia atentamente o texto-fonte, para ter uma visão geral do assunto tratado.
  2. Faça uma nova leitura, desta vez separando (grifando ou fazendo uma lista) as partes que julga serem as mais importantes de cada parágrafo. Essa fase é muito importante, pois são justamente essas anotações que servirão como base para seu resumo.
  3. Escreva, agora com suas palavras, todas as ideias e informações que separou anteriormente.
  4. Reescreva seu resumo. Afinal, dificilmente a primeira versão apresenta uma construção de parágrafos e de organização de ideias satisfatórias.
  5. Leia atentamente seu resumo, observando principalmente se não houve adição de comentário pessoais que não sejam do autor do texto-base. Essa última análise também é muito importante porque, como já ressaltamos anteriormente, diferentemente da resenha, o resumo não deve conter nenhum olhar crítico referente ao texto original.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Dica de Linguagens e Códigos – Elementos da Comunicação

O caderno de Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias do Enem consiste em questões de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Arte e alguns conhecimentos interdisciplinares. Dentro da área de Linguagem, um dos assuntos mais importantes que auxilia tanto diretamente como indiretamente para interpretação de texto e redação é a Teoria da Comunicação.
Toda comunicação tem como objetivo principal transmitir uma mensagem de maneira eficaz, ou seja, se fazer entender. Não existe uma única maneira de fazer isso. Uma mesma mensagem pode ser transmitida de várias formas, por exemplo, de maneira formal ou informal, com mensagem escrita ou oral, verbal ou através de imagens.
Afinal, como se dá o processo de comunicação? Para a comunicação ser efetiva, é necessário que seis elementos atuem concomitantemente. Nesta matéria você aprenderá a função e como reconhecer cada um deles. Confira o esquema e a descrição abaixo:
comunicacao
  • Emissor: aquele que emite a mensagem.
  • Receptor: aquele a qual a mensagem se destina.
  • Mensagem: conteúdo transmitido.
  • Canal: meio utilizado para transmitir a mensagem. No caso da fala, o canal é o ar, no qual as ondas do som são transmitidas; se a mensagem é escrita, o canal é o papel etc.
  • Código: são os elementos utilizados para codificar uma mensagem. Idiomas e sinais são códigos. Quando falamos ou escrevemos no Brasil, a Língua Portuguesa é o código utilizado. Ao dirigir, placas e as luzes do semáforo são códigos utilizados para sinalizar algo, por exemplo, sabemos que “verde” significa “siga em frente” e “vermelho” significa “pare”. Braile e Libras também são códigos, e assim por diante.
  • Referente: é o contexto ou situação utilizados para dar sentido a uma mensagem. Nada adianta haver um emissor transmitindo uma mensagem em um determinado código para um receptor através de um canal, todos não estiverem sob um mesmo contexto. Não haverá entendimento. O contexto geralmente é um aspecto cultural, havendo variação dependendo da região, da geração (idade das pessoas envolvidas) etc.