infoEnem
|
quarta-feira, 10 de junho de 2015
4 Vantagens de Estudar Por Provas Anteriores do Enem
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Análise de Redação Nota 1000 do Enem 2014
No texto de hoje, iremos analisar um desses textos a fim de gerar uma reflexão acerca do que a banca elaboradora e corretora espera de um candidato ideal.
Primeiramente, a fim de situar os nossos leitores, gostaríamos de resumir o que a coletânea de textos motivadores dessa proposta de redação do Enem traz aos candidatos.
O primeiro texto é a adaptação de uma matéria publicada na página da BBC que discute a resolução do Conanda(Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente) que considera abusiva a publicidade infantil que tem como objetivo persuadir a criança ao consumo de qualquer produto e serviço ao apelar para aspectos como brinquedos, desenhos animados, linguagem infantil, trilhas sonoras, ofertas de prêmios dentre outros. O texto, além de definir o que é, para o Conanda, uma propaganda infantil abusiva, aborda os pontos de vistas favoráveis dos pais à resolução e desfavoráveis dos anunciantes, visto que estes argumentam que o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) já exerce o papel de controle e de combate a possíveis abusos.
O segundo texto da coletânea de textos motivadores, por sua vez, é um texto multimodal, já que trata-se de um mapa mundial que mostra como alguns países lidam com a questão da publicidade voltada ao público infantil. Por meio de sua leitura e análise, os candidatos tomaram ciência de quais países regulamentam, proíbem (total ou parcialmente) e liberam tais propagandas e como essas ações são feitas.
Já o terceiro e último texto da coletânea de textos motivadores é uma citação adaptada de dois autores de um livro que trata sobre a questão do marketing2 infantil. Segundo a citação, a criança deve ser preparada, desde pequena, para receber mensagens do mundo exterior a fim de entender o que está por trás dessa mensagem, ou seja, o que está nas entrelinhas para que, no futuro, ela seja uma consumidora reflexiva e consciente de suas compras.
A redação que iremos analisar é de autoria de Antônio Ivan Araújo Monteiro Jr., residente do estado do Ceará. A seguir, o texto na íntegra:
A publicidade infantil movimenta bilhões de dólares e é responsável por considerável aumento no número de vendas de produtos e serviços direcionados às crianças. No Brasil, o debate sobre a publicidade infantil representa uma questão que envolve interesses diversos. Nesse contexto, o governo deve regulamentar a veiculação e o conteúdo de campanhas publicitárias voltadas às crianças, pois, do contrário, elas podem ser prejudicadas em sua formação, com prejuízos físicos, psicológicos e emocionais.Em primeiro lugar, nota-se que as propagandas voltadas ao público mais jovem podem influir nos hábitos alimentares, podendo alterar, consequentemente, o desenvolvimento físico e a saúde das crianças. Os brindes que acompanham as refeições infantis ofertados pelas grandes redes de lanchonetes, por exemplo, aumentam o consumo de alimentos muito calóricos e prejudiciais à saúde pelas crianças, interessadas nos prêmios. Esse aumento da ingestão de alimentos pouco saudáveis pode acarretar o surgimento precoce de doenças como a obesidade.Em segundo lugar, observa-se que a publicidade infantil é um estímulo ao consumismo desde a mais tenra idade. O consumo de brinquedos e aparelhos eletrônicos modifica os hábitos comportamentais de muitas crianças que, para conseguir acompanhar as novas brincadeiras dos colegas, pedem presentes cada vez mais caros aos pais. Quando esses não podem compra-los, as crianças podem ser vítimas de piadas maldosas por parte dos outros, podendo também ser excluídas de determinados círculos de amizade, o que prejudica o desenvolvimento emocional e psicológico dela.Em decorrência disso, cabe ao Governo Federal e ao terceiro setor a tarefa de reverter esse quadro. O terceiro setor – composto por associações que buscam se organizar para conseguir melhorias na sociedade – deve conscientizar, por meio de palestras e grupos de discussão, os pais e os familiares das crianças para que discutam com elas a respeito do consumismo e dos males disso. Por fim, o Estado deve regular os conteúdos veiculados nas campanhas publicitárias, para que essas não tentem convencer pessoas que ainda não têm o senso crítico desenvolvido. Além disso, ele deve multar as empresas publicitárias que não respeitarem suas determinações. Com esses atos, a publicidade infantil deixará de ser tão prejudicial e as crianças brasileiras poderão crescer e se desenvolver de forma mais saudável.
Trecho de redação de Antônio Ivan Araújo.
Confira agora uma análise parágrafo a parágrafo
Iniciaremos a análise pela introdução. O autor inicia o seu texto situando a publicidade infantil em termos econômicos mostrando que este tipo de propaganda movimenta milhões de dólares em todo o mundo. Porém, como o tema é a publicidade infantil no Brasil, essa especificação vem logo em seguida juntamente com a tese de que, em nosso país, essa discussão deve levar em consideração vários aspectos e que o governo deve regulamentar esse mecanismo, pois, ao contrário, pode haver prejuízo na formação das crianças em relação a sua saúde física e emocional. Assim, podemos perceber que o auto apresenta o tema e o seu ponto de vista ao leitor e já dá uma dica do que será a sua proposta de intervenção social, ou seja, a regulamentação por parte do governo.
Com o intuito de conectar a introdução ao primeiro parágrafo do desenvolvimento, o autor faz uso de um recurso conectivo para também referir-se à saúde física já citada anteriormente, fazendo alusão aos brindes que acompanham os lanches de restaurantes fast food (não é preciso dizer o nome da mais famosa rede desse tipo). Exemplificando como a publicidade infantil pode influenciar na questão da obesidade infantil, o autor embasa seu argumento e ainda mostra que leu a coletânea de textos motivadores cujo primeiro texto menciona brindes desse tipo. Problemas de saúde, deste modo, são uma das consequências da publicidade infantil apelativa por meio de brinquedos que acompanham comidas que não são saudáveis.
Atento à paragrafação, o autor faz uma segunda relação entre os parágrafos do desenvolvimento ao iniciar o terceiro parágrafo com “em segundo lugar”, dando sequência às suas estratégias argumentativas citando o aumento do consumismo oriundo desse tipo de propaganda, mostrando que foi além do que o terceiro texto motivador abordou. O argumento do autor é que as crianças querem acompanhar seus amigos nas brincadeiras e, por isso, pedem aos pais os brinquedos que conhecem pelas peças publicitárias e, se elas não tiverem tais brinquedos, podem virar motivo de gozação, o que acarretaria em danos psicológicos, como já fora adiantado na introdução.
Nesse parágrafo específico, há um pequeno desvio de acentuação, o que não prejudica em hipótese alguma a coesão e a fluência do texto e, por isso, assim mesmo, a nota dessa redação foi a máxima.
O quarto parágrafo aborda, como já demonstrado pelo seu início, que em decorrência dessa problemática, o Governo Federal e o terceiro setor – definido pelo autor a fim de que seu leitor tome conhecimento – devem reverter esse quadro por meio da regulamentação e da punição através da aplicação de multas e da formação de consciência em palestras e grupos de discussão, respectivamente.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Filho de quem?
Três amigos estão em uma mesa de bar. Enquanto um deles vai ao banheiro, um outro inicia uma nova conversa sobre filhos:
- É... meu filho, que é juiz, está muito bem de vida lá em São Paulo. Tá tão bem que o ano passado comprou uma casa, em Tambaú, para um amigo e ainda deu um carro para ele.
Enquanto isso, o que tinha ido ao banheiro, retorna, e a conversa segue:
- Então, o que teu filho faz?
- Ah, meu filho é garoto de programa...
- Como você aceita uma coisa dessas?!... pois, meu filho é Juiz.
- Não vejo nada demais nisso... ele vive muito bem. O ano passado, ele ganhou da mulher dele, um gay, lá de São Paulo, uma casa em Tambaú e um carro.
JSC
terça-feira, 2 de junho de 2015
Veja as Principais Dúvidas na Escrita da Redação
Cada tipo de texto tem uma determinada estrutura e características próprias. No caso da dissertação argumentativa, que é o gênero textual exigido no Enem, a estrutura consiste em proposição, argumentação e conclusão; e uma das características mais marcantes é o estilo de escrita com linguagem formal.
Como apontado pela Camila Pozza, nossa colunista de redação, não há um único modelo fixo para realizar a dissertação. Entretanto, alguns profissionais da área de Língua Portuguesa sugerem algumas regras como não utilizar a primeira pessoa do discurso, não colocar perguntas, fazer a introdução como se fosse um resumo dos argumentos, dentre outras sugestões. É necessário reforçar que essas não são regras fixas e, dependendo de como forem aplicadas, podem ser sugestões corretas ou não.
Porém, quando o estudante ainda não domina completamente a estrutura da dissertação-argumentativa, alguns “modelos” podem ser úteis para guiar o aluno em seus primeiros textos. Aos poucos, com o aumento do treino e consequente familiarização e entendimento da estrutura geral, o aluno automaticamente ganha “liberdade” na escrita.
Nesse momento de transição entre um modelo fixo dado pelo professor e o aumento de autonomia do estudante, algumas dúvidas surgem sobre o que é ou não adequado utilizar no texto. O objetivo desse artigo é sanar essas dúvidas contrastando “projetos inflexíveis” com a estrutura dissertativa.
Uso de perguntas na dissertação
É totalmente possível colocar questionamentos em qualquer parte do texto dissertativo. Na introdução, a indagação pode ser utilizada para levantar discussão sobre o tema e iniciar uma reflexão, ou ainda pode ser uma pergunta retórica que deixe seu posicionamento implícito. No desenvolvimento, podem ser questionamentos que instiguem o leitor a certo argumento ou pensamento. Na conclusão, as perguntas ganham um ar reflexivo. É comum ouvirmos falar que “os indagações colocadas no texto devem ser respondidas”. O que está por trás dessa afirmação é que elas não escondam o posicionamento do autor. Independente das perguntas colocadas no texto, o seu ponto de vista e seus argumentos devem ser claramente identificados pelo leitor para que não haja fuga ao gênero textual.
Uso da primeira pessoa do discurso
Muitas pessoas consideram proibido o uso da primeira pessoa do discurso (eu / nós) no texto dissertativo, principalmente no singular (eu). Novamente, o importante é não fugir ao gênero textual. Expressões que indicam o posicionamento do autor do texto na forma de uma opinião pessoal, como “Eu penso que…”, “Acredito que…” etc., são características do gênero artigo de opinião. Já na dissertação argumentativa, o ponto de vista deve ser defendido por argumentos (fatos, informações, citações de especialistas no assunto, estatísticas etc.). Isso não significa que as palavras “eu” e “nós” sejam proibidas no texto. Elas apenas não podem representar o autor do texto de maneira segregada, já que a escrita da dissertação deve ser neutra e impessoal. Dessa forma, “nós” pode ser utilizada para representar um grupo o qual tanto o escritor quanto qualquer leitor pertençam, como “seres humanos”, “cidadãos”, entre outros.
Na espera que essas dicas sejam úteis para sanar as dúvidas quanto as “regras” que costumamos ouvir sobre a dissertação-argumentativa, sugerimos também que utilize essa reflexão para ganhar autonomia em sua escrita sem fugir da estrutura geral do gênero textual. Para isso, como já dito anteriormente, é necessário praticar bastante sua escrita para aumentar a familiaridade com esse tipo de texto. Desta forma, recomendamos que confira nosso Treinamento de Redação para o Enem, para que possa realizar uma dissertação por semana com correção de especialistas na prova textual do exame.
Exemplo de Questão envolvendo Filosofia no Enem
ENEM 2014 – QUESTÃO 13
Alguns dos desejos são naturais e necessários; outros, naturais e não necessários; outros, nem naturais nem necessários, mas nascidos de vã opinião. Os desejos que não nos trazem dor se não satisfeitos não são necessários, mas o seu impulso pode ser facilmente desfeito, quando é difícil obter sua satisfação ou parecem geradores de dano.
EPICURO DE SAMOS. Doutrinas principais. In: SANSON, V. F. Textos de filosofia. Rio de Janeiro: Eduff, 1974.
No fragmento da obra filosófica de Epicuro, o homem tem como fim
a) alcançar o prazer moderado e a felicidade.
b) valorizar os deveres e as obrigações sociais.
c) aceitar o sofrimento e o rigorismo da vida com resignação.
d) refletir sobre os valores e as normas dadas pela divindade.
e) defender a indiferença e a impossibilidade de se atingir o saber.
b) valorizar os deveres e as obrigações sociais.
c) aceitar o sofrimento e o rigorismo da vida com resignação.
d) refletir sobre os valores e as normas dadas pela divindade.
e) defender a indiferença e a impossibilidade de se atingir o saber.
RESOLUÇÃO E COMENTÁRIO:
Alternativa AAssim como é costume do Enem, essa questão também é iniciada por uma citação. O filósofo agora citado é Epicuro de Samos, apesar de ser menos conhecido do que Platão ou Aristóteles, ele também é um importante filósofo e essa questão vem resgatar suas reflexões. Para responder essa questão espera-se que o candidato não só conheça Epicuro como saiba quais são suas principais ideias filosóficas. Entre as principais delas, Epicuro procurou pensar os desejos e os prazeres como formas de alcançar a felicidade de forma segura e tranquila. É importante não confundir as ideias de Epicuro a qualquer forma de hedonismo: para ele o prazer e, por conseguinte, o desejo estão relacionados à Natureza, como, por exemplo, à saúde e às necessidades do corpo; ele preza a tranquilidade e foge dos excessos, assim como dos desejos frívolos e artificiais. O conhecimento das ideias de Epicuro, assim como e conjuntamente com a análise do trecho escolhido levariam o candidato à alternativa correta.
InfoEnem
terça-feira, 26 de maio de 2015
Redação Enem: Criando Introdução Por Contexto Histórico
Muitas pessoas têm dificuldade em iniciar um texto. Primeiramente, precisamos entender qual é o objetivo da introdução de uma dissertação-argumentativa: ela serve para contextualizar o leitor do tema que será tratado.
Isso é necessário pois devemos escrever o texto imaginando que qualquer pessoa possa fazer sua leitura, ou seja, deve ser compreensível a todos e não apenas ao corretor. Dessa forma, não podemos supor que o leitor da dissertação tenha lido a proposta de redação anteriormente e saiba qual é o tema.
Há várias formas de contextualizar o tema para o leitor, isto é, demonstrar brevemente sobre o que dissertaremos. Podemos fazer isso definindo uma palavra-chave, citando algum pensador ou especialista, apresentando dados estatísticos, realizando comparações socioeconômicas, geográficas etc.
Mas de todas as maneiras de introduzir a redação, a contextualização histórica parece ser a “queridinha” da maioria dos estudantes. E, por isso, ela merece atenção e muito cuidado. O método condiz em explicar um fato histórico que tem alguma ligação com o tema tratado. Vejamos alguns exemplos úteis retirados do Guia do Participante do Inep.
Tema: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI (Enem 2012)
Durante, principalmente, a década de 1980, o Brasil mostrou-se um país de emigração. Na chamada década perdida, inúmeros brasileiros deixaram o país em busca de melhores condições de vida. No século XXI, um fenômeno inverso é evidente: a chegada ao Brasil de grandes contingentes imigratórios, com indivíduos de países subdesenvolvidos latino-americanos.(Gabriela Araujo Attie)
Tema: Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado (Enem 2011)
Devido à sua natureza social, o ser humano, durante toda a sua história, dependeu dos relacionamentos para conviver em comunidade e assim transformar o mundo. Hoje, as redes sociais na internet adquirem extrema importância, visto que são os principais meios através dos quais as pessoas se relacionam diariamente.(Wellington Gomes de Souza)
Percebe-se, nos dois casos, que o relato histórico citado no início do texto tem relação direta com o tema que é apresentado logo a seguir. (Emigração em 1980 e imigração no século XXI; Relacionamentos em “toda a história” e redes sociais atualmente).
Portanto, sempre que realizar uma introdução por contexto histórico, atente-se se o fato histórico tem relação com o tema a ser apresentado, evitando, assim, que a introdução fique desconectada com o restante do texto ou que ocorra fuga ou tangenciamento ao tema.
Na maioria das vezes, isso acontece porque o estudante deseja mostrar conhecimento de outras disciplinas (no caso, história) para a banca avaliadora. É comum ver textos citando “Desde os primórdios”, “Na Antiguidade”, “No tempo das cavernas”, “Na Roma Antiga” etc. Evite fazer referências assim pois elas são abstratas (não específicas) e muito provavelmente não terão ligação com o tema e com seu posicionamento.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Figuras de Linguagem – Antonomásia e Perífrase
Antonomásia
Trata-se da substituição de um nome próprio (de uma pessoa, povo, cidade ou país, ser real ou ficcional) por um nome comum e vice-versa, de modo que ambos os nomes utilizados tenham uma relação lógica e inconfundível entre si. Na linguagem coloquial, geralmente o uso de apelidos representa o emprego da antonomásia. Vejamos um exemplo:
No caso acima, há a substituição do nome próprio São Paulo por Sampa, termo coloquial que se refere à cidade.
Neste caso, o termo Timão está substituindo o nome próprio de um time de futebol, o Corinthians. Por fim, vejamos este último caso:
Neste exemplo, o termo judas é empregado como um nome comum (e por isso é grafado com letra inicial minúscula), substituindo o termo traidor. Aqui, a relação de substituição entre as palavras se dá por uma característica conhecida do personagem histórico Judas: o ato de traição para com Jesus.
Perífrase
Trata-se da figura de linguagem que substitui um termo único por uma sequência de palavras, por uma locução que o define e parafraseia. Coloquialmente, podemos dizer que se trata de uma “enrolação” para dizer algo que poderia ser expresso de modo mais conciso. Vejamos dois exemplos:
Acima, a sequência de palavras ouro negro visa substituir o termo único petróleo.
Neste caso, a expressão amigos do alheio, muito utilizada no início do período da República, visa substituir o termoladrões.
Como o leitor deve ter notado, algumas construções tornam possível a ocorrência simultânea de antonomásia e perífrase. Veja o exemplo abaixo:
Temos que Terra da Garoa, ao mesmo tempo em que substitui o nome próprio São Paulo, faz isto a partir de uma perífrase, pois aqui utilizamos uma sequência de palavras para fazermos alusão à cidade. O mesmo ocorre na oração “ACidade Maravilhosa continua linda”, porém desta vez substituímos Rio de Janeiro, um nome próprio, pela sequência de palavras Cidade Maravilhosa.
InfoEnem. |
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Palavras homófonas em inglês
Hoje vamos estudar umas palavras homófonas, ou seja, palavras que são pronunciadas igual, mas têm significados diferentes e se escrevem de maneira diferente.
Let’s start with some very basic ones: “I” and “eye”.
“I” is the first person singular subject pronoun.
For example,
I live in Barcelona.
(Eu) moro em Barcelona.
We use our eyes to see.
For example,
I like your eye colour.
Gosto da cor dos teus olhos.
Let’s take a look at some more words and try to remember them to avoid confusion.
“ate” is the past simple form of the verb “to eat”.
Here is an example with “ate”:
We ate pizza for dinner last night.
Ontem à noite jantamos pizza.
“ate” is pronounced in the same way as “eight” (8).
Here’s an example with the word “eight”:
I have eight cousins.
Tenho oito primos.
“it’s” is the contraction of “it is” and “it has”.
It’s (=It is) sunny today.
Hoje faz sol.
It’s (=It has) been sunny all week.
Tem feito sol toda a semana.
“its” is a possessive pronoun.
The dog ate its food.
O cachorro comeu sua comida.
“to hear” is a verb which means “to perceive sound by the ear” while “here” is an adverb of place meaning “in or towards this place”.
Look at an example of each word:
I cannot hear you. Please speak louder.
Não te oiço. Fala mais alto, por favor.
Come here please!
Venha aqui, por favor!
Let’s start with some very basic ones: “I” and “eye”.
“I” is the first person singular subject pronoun.
For example,
I live in Barcelona.
(Eu) moro em Barcelona.
We use our eyes to see.
For example,
I like your eye colour.
Gosto da cor dos teus olhos.
Let’s take a look at some more words and try to remember them to avoid confusion.
“ate” is the past simple form of the verb “to eat”.
Here is an example with “ate”:
We ate pizza for dinner last night.
Ontem à noite jantamos pizza.
“ate” is pronounced in the same way as “eight” (8).
Here’s an example with the word “eight”:
I have eight cousins.
Tenho oito primos.
“it’s” is the contraction of “it is” and “it has”.
It’s (=It is) sunny today.
Hoje faz sol.
It’s (=It has) been sunny all week.
Tem feito sol toda a semana.
“its” is a possessive pronoun.
The dog ate its food.
O cachorro comeu sua comida.
“to hear” is a verb which means “to perceive sound by the ear” while “here” is an adverb of place meaning “in or towards this place”.
Look at an example of each word:
I cannot hear you. Please speak louder.
Não te oiço. Fala mais alto, por favor.
Come here please!
Venha aqui, por favor!
Assinar:
Postagens (Atom)