quinta-feira, 9 de maio de 2013

FRASES PARA AS MÃES



Mother is the name for God in the lips and hearts of little children.
- Mãe é o nome para Deus na boca e nos corações das crianças.

A mother understands what a child does not say.
- Uma mãe entende o que uma criança não consegue dizer.

Mother love is the fuel that enables a normal human being to do the impossible.
- Amor de mãe é o combustível que permite um ser humano normal fazer o impossível.

Being a full-time mother is one of the highest salaried jobs... since the payment is pure love.
- Ser uma mãe em tempo integral é um dos trabalhos de maior salário... já que o pagamento é o amor puro.

Of all the rights of women, the greatest is to be a mother.
- De todos os direitos da mulher, o maior deles é ser mãe.

Anyone who doesn't miss the past never had a mother.
- Quem não tem saudades do passado, nunca teve uma mãe.

God could not be everywhere and therefore he made mothers.
- Deus não poderia estar em todos os lugares, então, criou as mães.

A mother is a person who seeing there are only four pieces of pie for five people, promptly announces she never did care for pie.
- Uma mãe é uma pessoa que ao perceber que tem apenas quatro pedaços de torta para cinco pessoas, prontamente diz que nunca gostou de torta.

To a child’s ear, ‘mother’ is magic in any language.
- Para os ouvidos de uma criança, a palavra ‘mãe’ é mágica em qualquer idioma.

A man’s work is from sun to sun, but a mother’s work is never done.
- O trabalho do homem é de sol a sol, mas o de uma mãe nunca termina.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

NÚMEROS ROMANOS


ROMAN / ARABIC
I   /  1
II   /  2
III   /  3
IV   /  4
V   /  5
VI   /  6
VII   /  7
VIII   /  8
IX   /  9
X   /  10
XI   /  11
XII   /  12
XIII   /  13
 
XIV   /  14
XV   /  15
XVI   /  16
XVII   /  17
XVIII   /  18
XIX   /  19
XX   /  20
XXI   /  21
XXV   /  25
XXIX   /  29
XXX   /  30
XL   /  40
L   /  50
 
LX   /  60
LXX   /  70
LXXX   /  80
XC   /  90
IC   /  99
C   /  100
CC   /  200
CCC   /  300
CD   /  400
D   /  500
DC   /  600
DCC   /  700
DCCC   /  800
 
CM   /  900
M   /  1000
MC   /  1100
MCD   /  1400
MDC   /  1600
MDCLXVI   /  1666
MDCCLXXXVIII   /  1788
MDCCCXCIV   /  1894
MCM   /  1900
MCMLXXVI   /  1976
MCMLXXXIX   /  1989
MM   /  2000

NUMBERS / NUMERAIS

CARDINAL
1   one
2   two
3   three
4   four
5   five
6   six
7   seven
8   eight
9   nine
10   ten
11   eleven
12   twelve
13   thirteen
14   fourteen
15   fifteen
16   sixteen
17   seventeen
18   eighteen
19   nineteen
20   twenty
21   twenty-one
22   twenty-two
23   twenty-three
30   thirty
40   forty
50   fifty
60   sixty
70   seventy
80   eighty
90   ninety
100   one hundred
200   two hundred
1 000   one thousand
10 000   ten thousand
100 000   one hundred thousand
1 000 000   one million
 
ORDINAL
1st   first
2nd   second
3rd   third
4th   fourh
5th   fifth
6th   sixth
7th   seventh
8th   eighth
9th   ninth
10th   tenth
11th   eleventh
12th   twelfth
13th   thirteenth
14th   fourteenth
15th   fifteenth
16th   sixteenth
17th   seventeenth
18th   eighteenth
19th   nineteenth
20th   twentieth
21st   twenty-first
22nd   twenty-second
23rd   twenty-third
30th   thirtieth
40th   fortieth
50th   fiftieth
60th   sixtieth
70th   seventieth
80th   eightieth
90th   ninetieth
100th   one hundredth
200th   two hundredth
1 000th   one thousandth
10 000th   ten thousandth
100 000th   one hundred thousandth
1 000 000th   one millionth
 





domingo, 5 de maio de 2013

A VOLTA DO VELHO PROFESSOR




Em pleno século XX, um grande professor do século passado voltou à Terra e, chegando à sua cidade, ficou abismado com o que viu: as casas altíssimas, as ruas pretas, passando umas sobre as outras, com uma infinidade de máquinas andando em alta velocidade; o povo falava muitas palavras que o professor não conhecia ( poluição, avião, rádio, televisão...); os cabelos de uma pessoas pareciam com os do tempo das cavernas... e as roupas deixavam o professor ruborizado. 
Muito surpreso e preocupado com a mudança, o professor visitou a cidade inteira e cada vez compreendia menos o que estava acontecendo. Na igreja, levou um susto com o padre, que não rezava mais em latim, com o órgão mudo e com um grupo cabeludo tocando uma música estranha. Visitando algumas famílias, espantou-se com o ritual depois do jantar: todos se reuniam durante horas para adorar um aparelho que mostrava imagens e emitia sons. O professor ficou impressionado com a capacidade de concentração de todos: ninguém falava uma palavra diante do aparelho.
Cada vez mais desanimado, foi visitar uma escola  -- e, finalmente, sentiu um grande alívio, reencontrando a paz. Ali, tudo continuava como ele havia deixado: as carteiras uma atrás da outra, o professor falando, falando... e os alunos escutando, escutando, escutando...


sexta-feira, 3 de maio de 2013

SOU MELHOR QUE ELA





Sou Maria, moro na favela, mas sou mais que Rafaela, pois moro na parte de cima, perto do bairro, ao contrário  dela que mora perto do cemitério.
Sou Gabriel, moro na mesma cidade delas, mas sou melhor que elas, pois  moro no bairro, ao contrário delas que moram na favela.
Sou Jailton,  moro no mesmo bairro que Gabriel, mas sou melhor que ele, moro na rua asfaltada, ao contrário dele que mora na rua de barro.
Sou Nataniel, moro no mesmo bairro  deles, mas sou melhor que eles, moro no centro, ao contrário deles que moram na periferia.
Sou Carlos, moro na mesma cidade deles, no mesmo bairro deles, na mesma  favela,   ao contrário deles  que  já moro no cemitério.

Não importa a altura em que  mora, um dia vai descer.


Joerlândio Cordeiro

quarta-feira, 1 de maio de 2013

O CORTEJO NUPCIAL - O esposo exprime seu amor pela esposa


(A beleza do poema de Salomão)

1EIS que és formosa, meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas entre as tuas tranças; o teu cabelo é como o rebanho de cabras que pastam no monte de Gileade.
2  Os teus dentes são como o rebanho das ovelhas tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma há estéril entre elas.
3  Os teus lábios são como um fio de escarlate, e o teu falar é agradável; a tua fronte é qual um pedaço de romã entre os teus cabelos.
O teu pescoço é como a torre de Davi, edificada para pendurar armas; mil escudos pendem dela, todos broquéis de poderosos.
5  Os teus dois seios são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.
6  Até que refresque o dia, e fujam as sombras, irei ao monte da mirra, e ao outeiro do incenso.
7  Tu és toda formosa, meu amor, e em ti não há mancha.
8  Vem comigo do Líbano, ó minha esposa, vem comigo do Líbano; olha desde o cume de Amana, desde o cume de Senir e de Hermom, desde os covis dos leões, desde os montes dos leopardos.
9  Enlevaste-me o coração, minha irmã, minha esposa; enlevaste-me o coração com um dos teus olhares, com um colar do teu pescoço.
10  Que belos são os teus amores, minha irmã, esposa minha! Quanto melhor é o teu amor do que o vinho! E o aroma dos teus ungüentos do que o de todas as especiarias!
11  Favos de mel manam dos teus lábios, minha esposa! Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro dos teus vestidos é como o cheiro do Líbano.
12  Jardim fechado és tu, minha irmã, esposa minha, manancial fechado, fonte selada.
13  Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes, o cipreste com o nardo.
14  O nardo, e o açafrão, o cálamo, e a canela, com toda a sorte de árvores de incenso, a mirra e aloés, com todas as principais especiarias.
 15 És a fonte dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano!
16  Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que destilem os seus aromas. Ah! entre o meu amado no jardim, e coma os seus frutos excelentes!
(Cantares 4;1-14) 

terça-feira, 30 de abril de 2013

TRONO DA PODRIDÃO


Quando sentares no trono da podridão 
Para deixares tuas sobras,
Enquanto depositares teus rejeitos,
Deveras pensar em ti.
Pensarás sobre tudo,
Do teu rosto ao resto,
Da entrada à saída,
Do que era bela
Agora  fedida.
O que pagastes para ter,
No entanto jogas fora
E não queres nem ver.
Levantas sujo,
Com o nariz retorcido,
Após lavar-te, voltas
Ao teu mundo esquecido.
E  tudo é belo
Em cada segundo,
 Até retornares, 
Ao trono imundo .




Joerlândio Cordeiro

sábado, 27 de abril de 2013

CRIANÇA, COMPUTADOR E APRENDIZAGEM



Crianças pequenas também usam computador, telefone, ipad e outras ferramentas. Como isso afeta a aprendizagem?
As crianças das novas gerações já nasceram "plugadas" no universo digital. Desde pequenas sabem usar o computador, acessar a internet, manusear uma câmera digital ou um telefone celular. Além de serem instrumentos de comunicação e entretenimento, essas ferramentas tecnológicas também são importantes aliadas do ensino, desde a educação infantil. "Se o papel da escola é preparar para a vida e a tecnologia faz parte da vida, a escola precisa preparar os alunos para lidar com ela desde cedo", afirma Valdenice Minatel, coordenadora de tecnologia educacional no Colégio Dante Alighieri, de São Paulo. Mas, para ser eficiente no ensino, a tecnologia precisa ser usada com objetivos pedagógicos bem definidos. De nada vale a escola ter salas equipadas com telão para a projeção de vídeos se os filmes exibidos não tiverem relação com o conteúdo estudado. Da mesma forma, em casa, o computador pode ser usado para aprender, mas também pode ser um perigo caso a criança seja deixada sozinha navegando pela internet, sem supervisão.