sexta-feira, 6 de junho de 2014

Como Aproveitar os Textos Motivadores na Redação do Enem

As propostas de redação do Enem, desde o surgimento do exame até hoje, seguem alguns padrões: temas atuais relacionados a problemas e/ou questões sociais referentes ao Brasil e que pedem uma proposta de intervenção social; uma dissertação-argumentativa como tipo textual requerido, ao invés de um gênero e uma coletânea de textos motivadores que têm como função estimular, inspirar e contextualizar o candidato, o que por sua vez, é o que normalmente é feito pela grande maioria dos vestibulares brasileiros.
As coletâneas das provas de produção escrita do Enem e de demais exames trazem textos escritos (trechos de livros, de artigos opinativos, de leis, dentre outros; poemas, poesias, letras de música etc) e textos multimodais (peças publicitárias, imagens, fotos, tirinhas, charges, reprodução de obras de arte dentre outros exemplos) que apresentam o tema a ser tratado para o candidato e, dependendo das regras, podem ser utilizados ou não por este em sua redação.
No caso específico do Enem, o Manual do Candidato orienta que o papel da coletânea de textos motivadores é o de, justamente, motivar, inspirar e contextualizar o candidato em relação ao tema abordado; provas que contém cópias dos textos motivadores terão estas linhas copiadas desconsideradas no momento da correção e é aí que muitas pessoas ficam em dúvida sobre como aproveitar, da melhor maneira possível e sem ferir esta regra, a coletânea de textos motivadores.
Este texto, assim, tem como finalidade orientar a respeito do aproveitamento da coletânea da proposta de redação do Enem e, consequentemente, de demais vestibulares que têm como meta um texto dissertativo-argumentativo.
Antes de iniciarmos, nossa primeira dica é: use e aproveite a folha que contém a proposta de redação e a coletânea de textos motivadores fazendo anotações, rascunhos, esquemas e faça disto um hábito ao longo do período de estudo.
Ao ler a coletânea de textos motivadores e o tema, espera-se que o candidato já saiba sobre o que terá de escrever, ou seja, a banca elaboradora da prova pressupõe que o candidato já conheça, pelo menos um pouco, o tema da redação e que a coletânea ajude-o a se situar melhor e a delimitar sua tese e seus argumentos, já que uma dissertação-argumentativa não deve ser generalista.
Além de contextualizar, os textos da coletânea devem fazer com que o candidato reflita e busque, em seu conhecimento prévio de mundo, informações a respeito do tema e, assim, consiga ter ideias para planejar sua redação. É fundamental ressaltar que, neste momento, o candidato não pode ser levado por fortes emoções e deve tratar o tema com total objetividade e racionalidade, pois dissertações-argumentativas não são os tipos de textos apropriados para este tipo de finalidade.
Sendo assim, ao ler a coletânea de textos motivadores da redação do Enem, anote o que eles lhe fazem lembrar, o que eles lhe fazem relacionar, a sua opinião, exemplos vividos por você etc. Muitas vezes, problemas são postos em algum dos textos e isso já é uma brecha para a proposta de intervenção social ser criada e desenvolvida; também anote-a.
Normalmente, textos escritos que compõem uma coletânea de prova de redação são mais explícitos; já os textos multimodais podem ser mais implícitos em relação à mensagem que querem transmitir e ser capaz de interpretá-los da melhor maneira possível é de extrema importância.
No Enem 2013, cujo tema da redação foi os efeitos da implementação da Lei Seca no Brasil, a coletânea trazia uma peça publicitária governamental e um gráfico. Peças publicitárias governamentais, geralmente, objetivam divulgar campanhas do governo, obviamente e, portanto, não costumam ter informações implícitas, diferente de peças publicitárias de propaganda de empresas e produtos.
A mensagem desta peça publicitária do Governo Federal é bem clara ao mostrar um carro colidindo de frente com um copo de cerveja: dirigir alcoolizado é crime, cuja punição é a detenção, além de provocar acidentes.
Colocar a cerveja como representante da bebida alcoólica, neste caso, aproxima o leitor, pois esta é, sem dúvida, a bebida alcoólica mais popular entre os brasileiros de todas as classes sociais, o que não acontece com o uísque, por exemplo, que é mais acessível, apenas, às camadas mais abastadas da sociedade. Além disso, há a presença do número de emergência em todo o território nacional, a fim de enfatizar a importância da prestação de socorro às vítimas.
camila2
O gráfico apresentado pela proposta de redação do Enem 2013 dá ao candidatos várias opções de encaminhamento argumentativo, pois apesar de 97% dos pesquisados aprovarem o uso de bafômetros no combate ao alcoól no trânsito, houve apenas uma diminuição de 13% nos atendimentos hospitalares e de 6,2% de óbitos, o que é pouco. Isso significa que algo não está funcionando adequadamente no que diz respeito à aplicação da Lei Seca, como um número baixo de fiscalizações, poucos bafômetros e a necessidade de uma campanha mais fortalecida e mais conscientizadora, já que é sabido que muitos motoristas fogem das blitz por meio de informações obtidas através de aplicativos de celulares que dizem onde elas estão sendo feitas, o que é uma forma de burlar a lei e de arriscar vidas.
A charge de Angeli (presente na proposta de redação do Enem 2000) foi publicada na Folha de São Paulo no mês de maio de 2000, ou seja, o mês das mães e o dia das mães é o pano de fundo para ela (daí a importância de atentar-se à data original de publicação), que mostra vários meninos de rua enrolados em cobertores cercados por propagandas do dia das mães e, um deles, associa a figura materna às mais marcantes personagens da infância (Papai Noel e Coelhinho da Páscoa) como não existentes, como se mães só existissem na imaginação das crianças como o Papai Noel e o Coelhinho da Páscoa e, para estes meninos, essa é a realidade, já que há muitos casos de abandono de bebês e crianças que, por diversos motivos, acabam ir morando nas ruas. A charge mostra o contraste entre a publicidade acerca do dia das mães (que em vendas perde, apenas, para o Natal) e o dia a dia dos menores abandonados, capitalismo x situação de rua, mães x órfãos.
No Enem 2001, a história em quadrinhos de Caulos, mostra uma certa tristeza ao abordar o tema “Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?”.
Um país cantado por Gonçalves Dias (autor da primeira fase do romantismo brasileiro que, aliás, enaltecia a imagem do Brasil e buscava uma identidade e um herói nacional, também poderia ser usado no desenvolvimento do texto) pelas suas belezas naturais como o céu cheio de estrelas, as várzeas, as flores, os sabiás e as palmeiras vê sua situação ambiental ser retratada com pesar através da alusão direta do poema Canção do Exílio, de 1843.
O candidato preparado, ao analisar esta charge deve imediatamente fazer a relação dela com o poema e notar a triste ironia que o autor objetivou passar ao leitor.
A grande maioria das propostas de redação do Enem trazem exemplos de textos multimodais em suas coletâneas e cabe ao candidato interpretá-las de maneira crítica e reflexiva, tecendo relações com o tema, com a sociedade brasileira, com a situação do país em si e com a sua própria redação.
Atente-se aos traços, às palavras, às intenções do autor da peça publicitária, da tirinha, da charge; vá além dos dados dos gráficos: o que eles revelam? quais suas causas? quais suas consequências? como devemos nos portar frente a eles? qual a solução possível? Estas são algumas das perguntas que você deve se fazer ao se deparar com este tipo de informação.
Até a próxima semana! Bons estudos e boas leituras!

InfoEnem

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Interpretação de texto (ENEM)

Uma das maiores preocupações dos candidatos que irão prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é o pouco tempo que dispõem para resolver cada questão. E quem já deu uma olhada nas ultimas edições do exame, sabe muito bem que os enunciados das questões que exigem interpretação de texto (e são muitas!) são enormes e extremamente cansativos.
Assim sendo, para conseguir uma pontuação alta, não basta saber interpretar. Tem que fazê-lo no menor tempo possível. E nossas dicas de hoje tem justamente esse intuito! Ajudá-lo a conseguir interpretar corretamente as questões sem precisar ficar lendo o texto do enunciado várias e várias vezes.
Vamos as dicas:
1 – Leia muito.
Tem uma frase que diz que “só sabe fazer quem faz”. Um ditado simples, mas que resume muito bem como um estudante deve treinar sua capacidade de interpretação. Leia, leia e leia. Não apenas livros, mas também matérias de revistas e jornais. O importante é criar esse ótimo hábito!

2 – Aprenda a interromper sua leitura se estiver desatento.
Alguma vez você já teve a impressão que, após terminar uma leitura, o conteúdo não parou nem um minuto na sua cabeça, como se não tivesse lido nada? Isso acontece muito com leitores inexperientes. Por isso, nossa primeira dica já o ajudará (e muito!) nesse quesito. Mas uma maneira de praticamente eliminá-lo é acostumar a interromper uma leitura desatenta. Depois de um certo treinamento perceberá que, como sabe que irá parar caso perca o foco, conseguirá concentrar-se já nas primeiras palavras.

3 – Leia a pergunta antes de textos muito grandes.
Essa técnica tem ajudado muitos estudantes, principalmente na hora da prova. Quando perceber que o texto do enunciado é muito extenso, leia a pergunta antes. Essa simples atitude serve para que sua atenção se intensifique quando o texto estiver se aproximando do assunto que será tratado posteriormente na pergunta.

4 – Pratique bastante.
Embora nossa última dica seja parecida com a primeira, ela é ainda mais específica. Quem lê muito, já está bem a frente dos demais. Mas um treinamento completo exige que o candidato refaça as provas anteriores do exame. Afinal, ao resolver questões que já apareceram no Enem, o estudante estará colocando (e simulando) tudo o que encontrará no dia da prova.

InfoEnem

sábado, 31 de maio de 2014

No Restaurante

Uma mulher muito chique entra no restaurante. Ao telefone conversa descontraidamente; ao lado dela, uma criança.
- Senhora, me desculpe interromper. Mas esta criança está lhe incomodando?
- Não, não está.
Dez minutos depois, a mulher continua ao celular.
- Pra fora, criança, você não pode ficar aqui dentro. Quer roubar a mulher? por que não vai tomar um banho? você tá fedendo.
- Pare! essa criança é meu filho. - Gritou a mãe ao ver seu filho sendo levado pelo segurança.
- Desculpe, senhora. Mas já faz mais de dez minutos que essa criança entrou sozinha, correndo atrás da senhora. Ela estava ao seu lado, mas continuava só.

Moral
Muitos abandonados filhos são órfão de mães vivas. Isso porque elas, muitas vezes, têm dado mais atenção a um celular (ou aparelho do tipo)  do que a seus filhos.

(JSC)

quinta-feira, 29 de maio de 2014

NOSSOS VOTOS: ATOS E CONSEQUÊNCIAS

Desde criança, somos responsáveis por nossos atos. De uma forma ou de outra, sempre temos que dar nossas desculpas,  esfarrapadas ou não, ao nossos pais.  Só que a criança cresce, e com ela, mais uma vez, vêm os atos e suas consequências.
Somos muitas vezes chamados de tolos, de isso ou de aquilo, por atos cometidos e, assim, sofremos as sequelas.  Mas o problema se torna um problemão, quando a gente tem que colocar no poder pessoas que nos representem.
Infelizmente, sofremos com nossos atos de escolha. Quem pensávamos que realmente nos representaria, trai nossa confiança, e temos que pagar por esta ação.
Contudo, de quem é a culpa por termos eleito alguém que, com todas as palavras, as boas palavras  de luta por uma cidade melhor, e que  tem nos convencido em escolhê-los? A vida é feita de escolha, e só mais tarde percebemos a escolha errada que fizemos. O poder muda as pessoas, tornando o amor do poder maior que o poder do amor, do amor  por sua cidade, por seu povo, por seu eleitor.
O que fez o povo acreditar, mais uma vez, em uma pessoa que tem a sina de perseguidor e um mau político para sua cidade? Será que foi a falta de um bom concorrente? Não falo só  de uma pessoa boa, mas de uma pessoa presente nos atos políticos e sociais de nossa cidade. Alguém que apareça nas greves dos servidores municipais, que esteja nos bairros, que esteja na câmara, que esteja no dia a dia de nossa cidade; nos atos públicos de forma geral. 
Então, assim como criança, temos que dar nossas desculpas esfarrapadas por ter votado e eleito alguém que, inescrupulosamente tem nos perseguido, perseguido um povo que já sofre sem uma boa estrutura hospitalar, de esgotamento, de pavimentação,  educacional...  somos cúmplices de nossos erros e sofremos as consequências. Devemos pedir desculpas uns aos outros por ter ajudado a colocar no poder alguém que  não se apresenta capaz de ser um bom administrador, e é incapaz  de   representar de forma coerente e justa os anseios de nossa população.
 Mas, como evitar os próximos erros? votar novamente?assim vamos, nos erros a acertos, para urna.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Expressões Idiomáticas em Inglês

01. shoot the breeze

»»» bater papo, jogar conversa fora
  • We spent the whole evening just shooting the breeze. (Passamos o começo da noite só jogando conversa fora.)
  • We sat out on the porch, just shooting the breeze. (Ficamos sentados na varanda, só batendo papo.)
  • I met her again last night, and we just shot the breeze for an hour. (Me encontrei com ela novamente e ficamos jogando conversa fora por um hora.)

02. bury the hatchet

»»» fazer as pazes
  • Let’s stop arguing and bury the hatchet. (Vamos deixar de briga e fazer as pazes.)
  • Michelle and I buried the hatchet and we are good friends now. (Michelle e eu fizemos as pazes e agora somos boas amigas.)

03. rock the boat

»»» complicar as coisas, bagunçar as coisas, bagunçar o coreto
  • Hey, everything is going fine here. So, don’t rock the boat! (Ei, as coisas estão super bem aqui. Então, não complique as coisas.)
  • We certainly don’t want anyone rocking the boat just before the election. (Com toda certeza, não queremos ninguém bagunçando as coisas bem antes das eleições.)

04. break the news

»»» dar uma notícia, contar uma novidade (geralmente má)
  • The doctor had to break the news to Jane about her husband’s cancer. (O médico teve de contar à Jane sobre o câncer do marido dela.)
  • I’ll break the news to Maria, I’m sure she’ll understand. (Vou contar a novidade à Maria. Tenho certeza que ela vai entender.)

05. bite the bullet

»»» encarar o desafio (aceitar algo difícil e seguir a vida)
  • Well, you’ll have to bite the bullet, you know. (Bom, você vai ter de encarar o desafio e seguir em frente.)
  • I hate going to the dentist, but I suppose I’ll just have to bite the bullet. (Odeio ir aos dentista, mas creio que terei de encarar o desafio.)

06. cut the mustard

»»» dar conta do recado, atender às expectativas
  • As for whether he can still cut the mustard as a leader, we will find out. (Agora se ele consegue dar conta do recado como líder, vamos aguardar.)
  • So, do you think they’ll be able to cut the mustard? (E aí, você acha que eles atenderão às expectativas.)

07. jump the gun

»»» agir precipitadamente, agir por impulso
  • He shouted at me before I had time to explain, but later he apologised for jumping the gun. (Ele gritou comigo antes de me dar tempo para explicar, depois ele se desculpou por ter agido por impulso.)
  • They’ve only just met. Isn’t it jumping the gun to be talking about marriage already? (Ele mal se conheceram. Não é muito cedo para começar a falar de casamento?)

08. fight the traffic

»»» encarar o trânsito
  • Well, time to fight the traffic again! See you guys. (Opa! Hora de encarar o trânsito de novo! Até mais, pessoal!)
  • This is way better than fighting the traffic. (Isso é bem melhor do que encarar o trânsito.)

09. punch the clock

»»» bater o cartão, bater o ponto
  • You punch the clock, do what you’re told, work the hours set for you by someone else and earn the income they think you deserve. (Você bate o ponto, faz o que te mandam, trabalha no horário estipulado por outra pessoa e ganha um salário que eles acham que você merece.)

10. push the panic button

»»» entrar em pânico, entrar em desespero
  • Stay calm! There’s no need to hit the panic button. (Mantenha-se calmo! Não é preciso entrar em pânico.)
  • Let’s not press the panic button until we think it through. (Não vamos entrar em desespero antes de pensarmos em tudo.)

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Frases Românticas em Inglês

  • I cherish you. (Eu estimo você.)
  • I desire you. (Eu desejo você.)
  • I need you. (Eu preciso de você.)
  • I value you. (Eu valorizo você. | Eu te dou valor.)
  • I want you. (Eu quero você.)
  • I worship you. (Eu venero você.)
  • I appreciate you. (Eu aprecio você.)
  • I can’t live without you. (Não consigo viver sem você.)
  • I yearn for you. (Eu anseio por você.)
  • I’m fond of you. (Eu gosto de você.)
  • I’m lost without you. (Estou perdido/perdida sem você. | Eu me perco sem você.)
  • I’m thankful for you. (Dou graças por você. | Agradeço a Deus por sua existência.)
  • I’m nothing without you. (Sou nada sem você.)
  • I’m passionate about you. (Sou apaixonado/apaixonada por você.)
  • I’m crazy for you. (Sou louco/louca por você.)
  • I’m in love with you. (Estou louco/louca de amores por você.)
  • I’m devoted to you. (Sou devotado/devotada a você. | Sou inteiramente seu/sua.)
  • I’m blessed to have you in my life. (Sou abençoado/abençoada por ter você em minha vida.)
  • I’m a better person because of you. (Sou uma pessoa melhor por sua causa.)
  • I’m yours. (Sou seu.)
  • I want a lifetime with you. (Quero passar minha vida inteira com você.)
  • Me and you. Always. (Eu e você. Para sempre.)
  • My love is unconditional. (Meu amor é incondicional.)
  • Take me. I’m all yours. (Me possua. Sou todo/toda seu/sua.)
  • Caso queira mudar o disco e não falar tantas coisas tendo o pronome “I” como o sujeito é só usar algumas da lista abaixo:
    • You are my everything. (Você é meu tudo.)
    • You are my one and only. (Para mim só existe você.)
    • You are my one true love. (Você é o meu verdadeiro amor.)
    • You’re the one I’ve always wished for. (Você é a pessoa que sempre desejei.)
    • You’re the one for me. (Você é a pessoa certa para mim.)
    • You’re all I want. (Você é tudo o que eu quero.)
    • You’re a dream come true. (Você é um sonho que se tornou realidade.)
    • You’re absolutely wonderful. (Você é maravilhoso/maravilhosa.)
    • You turn my world upside down. (Você vira meu mundo de pernas para o ar.)
    • You set my heart on fire. (Você incendeia meu coração.)
    • You rock my world. (Você gira o meu mundo.)
    • You hold the key to my heart. (Você tem a chave para o meu coração.)
    • You’re the reason I’m alive. (Você é a razão pela qual estou vivo/viva.)
    Tem também algumas frases românticas em inglês mais picantes:
    • You drive me wild. (Você me enlouquece.)
    • You make me hot. (Você me deixa louco/louca. – algo como, você me deixa com tesão)
    • You light my flame. (Você acende o meu fogo. | Você desperta os meus desejos.)
     

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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Dia dos pais é todos os dias

Quando criança, você olha para seu pai: o homem mais forte do mundo. Ele é o mais inteligente e o mais bonito. Ele é o mais em tudo... Então você cresce, e percebe que seu amado pai já não tem àquela força, que suas ideias já não são tão firmes, que suas palavras já não são tão bem concatenadas... que seu pai precisa de você. Que seu pai é seu único herói de verdade ainda vivo.
Que tal você procurar seu pai para dizê-lo que o ama?
Dia dos pais é todos dos dias, enquanto ele estiver vivo.

sábado, 24 de maio de 2014

Palavrões em inglês

Os Piores Palavrões da Língua Inglesa
  •  
  • Cunt [= buceta; este é tido como o pior palavrão de todos; creio que em português também]
  • Motherfucker [= filho da puta, filho duma égua, filho duma raparigueira, etc]
  • Fuck [= fóda, foder, caralho, porra, puta que pariu, etc; depende do contexto]
  • Fuck off [=vá se fuder, vá tomar no cu, vá tomar no rabo, vá pra puta que pariu e genéricos]
  • Wanker, jerk [= punheteiro]
  • Prick [= pentelho, pica, babaca, idiota; depende do contexto]
  • Bollocks [britânico] [= culhões, ovos; merda, bosta, cacete;depende do contexto]
  • Arsehole [britânico], asshole [americano] [= cu, cuzão; usado para se referir ao ânus ou mesmo uma pessoa idiota]
  • Shag [= transar, trepar, foder, dar uma, etc]
  • Whore, slut, bitch, hoe [= puta, safada, vagabunda, cadela, vaca, vadia, quenga e afins]
  • Twat [= pentelho, usado para xingar alguém]
  • Piss off [vá se foder, vá tomar no cu e afins]
  • Shit [= merda, caralho, buceta, porra; usado quando algo dá errado e você precisa extravasar]
  • Dickhead [= cabeça de pica, idiota, babaca, etc]
  • Pissed off [= puto da vida, com os caralho, etc; usado quando se está com muita raiva]
  • Arse [britânico], ass [americano] [= bunda, rabo, traseiro, cu, fiofó, furico; depende do contexto]
  • Crap [o mesmo que shit]
  Segue abaixo uma lista das palavras tidas como mais ofensivas para os gringos de qualquer país de língua inglesa.

  • motherfucker (apesar de ser traduzido por ‘filho da puta‘, seu significado vai muito além disto);
  • fuck (este todos devem conhecer);
  • jerk [Inglês Americano], wanker [Inglês Britânico] (usados como xingamentos, em termos mais leves equivale a idiota, embora não seja bem isto [acho que cabeça de pica reflete bem o significado de ambos, literalmente significam punheteiro);
  • bitch, whore (ambos significam puta, vagabunda, vadia, cadela e seus inúmeros sinônimos);
  • dick, prick, cock (termos usados para o órgão sexual masculino, em português serão os piores palavrões imáginaveis nesta categoria: pica, pau, rola, caralho, etc);
  • piss (significa 'mijar', porém para um educado falante nativo da língua inglesa, isto é um tremendo palavrão. Cuidado! - há uma expressão muito comum em filmes, piss off, traduzida geralmente por 'saia daqui', 'desapareça', mas pelo fato do termo 'piss' estar aí, ela se torna uma expressão extremamente ofensiva.
  • shit, crap (equivalem a 'merda', 'bosta', 'caralho', em português; já deu pra ver que não é boa idéia usá-las; evite também o termo 'bullshit' muito comum em filmes)
  • fart (refere-se ao pum ou ao ato de soltar puns [rsrsrsrs]; evite-a a todo custo…)
 
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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Redação no ENEM: Como Evitar a Prolixidade

Há pessoas que reclamam que demoram para começar a escrever, pois ficam muito tempo pensando no que e em como irão redigir uma redação, seja na escola ou no vestibular ou concurso público, mas há também pessoas que relatam o mesmo que acabam sendo prolixas, isto é, usam palavras demais, já que não sabem ou não são capazes de sintetizar o raciocínio e, consequentemente, escrevem textos cansativos e longos demais.
Ambos os casos geram nervosismo e estresse, mas isto pode ser trabalhado por meio do ato de resumir. Em outras ocasiões, já abordamos a importância do resumo anterior ao texto a fim de planejá-lo e organizá-lo pensando – especificamente, na dissertação-argumentativa, o tipo de texto pedido do Enem – na sua estrutura básica (título, introdução, desenvolvimento e conclusão).
Normalmente, orienta-se que o resumo seja feito antes da redação com este intuito, a fim do candidato selecionar sua tese e seus argumentos principais e arquitetá-los por meio das estratégias argumentativas (dados, exemplos etc) e, enfim, mas não menos importante, elaborar a conclusão na qual geralmente deve constar, no caso do Enem, a proposta de intervenção social.
O Enem possui esta característica específica – a proposta de intervenção social – e, no fundo, ela é um dos principais objetivos da prova de redação do exame: abordar o tema a fim de elaborar uma proposta de solução para ele, já que normalmente trata-se de uma questão ou um problema de cunho social. Tendo isso em mente, existe a possibilidade de iniciar o rascunho pela proposta de intervenção social e a partir dela planejar o restante da redação, já que ela deve estar em consonância com o restante (tese, argumentos principais e estratégias argumentativas).
Estas duas primeiras dicas servem melhor, ao nosso ver, para aqueles que possuem dificuldades em começar a escrever e a próxima é mais adequada para aqueles que são prolixos.
A prolixidade não atrapalha no início da produção texto nem no processo criativo, digamos assim, mas faz mal ao planejamento da redação, já que nos vestibulares há um espaço limitado por um certo número de linhas para se escrever, além do que, posteriormente, na universidade, os professores pedirão artigos científicos, relatórios, ensaios, projetos e monografias que também terão um limite de linhas; daí a importância de não sermos prolixos.
A dica para estes casos é fazer o resumo entre a primeira versão e a versão final, ou seja, o candidato deve escrever uma versão inicial e, assim que a acabar, resumi-la e, finalmente, depois, passá-la a limpo na folha definitiva da prova. Ao resumir a redação entre uma versão e outra é possível selecionar os melhores argumentos, as melhores estratégias argumentativas e organizar melhor o texto; é o que chamamos de “passar a foice”, isto é, cortar tudo o que é desnecessário e prolixo visando um texto mais objetivo e claro possível, já que a prolixidade faz com haja repetições. A última versão deverá ser menor, melhor e mais objetiva do que a primeira.
Resumindo antes ou depois, podemos perceber a importância fundamental da reescrita no processo de produção textual. Como já dissemos em uma outra ocasião, autores consagrados reescrevem suas obras quantas vezes forem necessárias até atingirem seus objetivos. Ao escrever redações em casa ou na escola, obviamente há mais tempo e dedicação para a reescrita, o que não acontece no dia do Enem, por exemplo, mas quanto mais reescrever, melhor ficará e, no dia do exame, isso já fará parte do hábito e será realizado dentro do tempo disponível.
Como saber qual dica seguir? Teste ambas (durante a lição de casa, no estudo autônomo e nas provas de redação da sua escola, a fim de também testar o controle do tempo) e analise em qual você saiu-se melhor, levando em conta seu conforto e desempenho; converse com o seu professor, pois ele pode lhe orientar com um olhar mais focado.
Já em relação ao nervosismo e ao estresse, estudar e preparar-se é a melhor maneira de controlá-los, pois assim a tranquilidade de saber que tudo o que era preciso foi feito toma conta. Respirar fundo e pausadamente, algumas vezes, também ajuda, e muito, a relaxar em um momento de tensão.

InfloEnem (adaptado)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

VÍRUS


Das catacumbas do inferno,
Desenterraram o diabo.
Ele tava lá todo triste,
Chifre quebrado,
Todo desanimado;
 Sem vontade de lutar.
 Conversaram com ele,
Falaram coisa de montão.
Lembraram de sua queda,
De Eva e Adão
 -Ele achou muita graça
Dessa desgraça –
E riu de montão.

Mas falaram em internet
Aí, foi uma grande frustração:
 Coitado do diabo,
Estava desinformado
Nesse mundo tecnológico,
Cheio de informação.
Não sabia nada de site,
 Do face, twitter...
Que falta de emoção!
Mas, logo aprendeu e
Começou a enviar email,
E muita gente caiu
Na conversa do ladrão.
Espalhando todo o tipo  de vírus
Para perturbar a nação.
Computador lento,
Perda de documento,
Queda no sistema...
Uns resolvidos, outros sem solução.
No mundo tecnológico,
Ele agora é o chefão.
Alerta, cuidado!
Coisa linda não é não.
Aprenda a cuidar da sua “vida”,
Pois computador
Não é televisão.
Todos te vendo, e
Quando você menos
Espera, cai no
 golpe do espião.
 Ele é feio, mas
Vai parecer assim não.
Vai saber de sua vida,
Sua senha e intimidade,
Quem é sua família,
Arrancar sua privacidade.
Instale  antivírus, irmão,
Antes que ele te pegue
E transforme sua paz
Em  vida de cão. 
(JSC)

quarta-feira, 21 de maio de 2014

GOSTA DE INGLÊS? ENTÃO, TESTE.


Each of the following sentences has one mistake. Select the INCORRECT part of each sentence. (Em cada frase abaixo contem um erro. Selecione a parte incorreta de cada frase).


1) The jury system is a integral part of American justice.
a) system
b) is
c) a integral part
d) justice

2) Juries decide whether a defendant is guilty or no guilty.
a) whether
b) a
c) is
d) no guilty

3) Everyone on the jury must be agreed.
a) everyone
b) on
c) must
d) be agreed

4) In US, most juries are comprised of twelve people.
a) In US
b) most
c) comprised of
d) people

5) These people are chosen at random from the general populate.
a) These
b) are chosen
c) at random
d) populate

6) Anyone whom is registered to vote can be summoned for jury service.
a) whom
b) to vote
c) can be summoned
d) service

7) Once summoned, prospective jurors report to the courthouse, where they may be select to serve on a trial.
a) summoned
b) to
c) where
d) select

8) Those people who are not selected must be continued to fulfill their civic obligation.
a) those people
b) who are
c) be continued
d) to fulfill

9) For two weeks, these people are on \"stand-by,\" which means they must call to the courthouse every day.
a) For two weeks
b) which means
c) call to
d) every day

10) They may even be required to return to courthouse.
a) may
b) be required
c) to return
d) to courthouse

11) Though most of prospective jurors do not serve on trials, their presence is a critical part of the American legal system.
a) though
b) most of
c) is
d) legal system

terça-feira, 20 de maio de 2014

AS PESSOAS NÃO SÃO COMO A GENTE PENSA

Demorei, mas aprendi...
Que um sorriso inocente não define uma personalidade...
Que lágrimas não significam arrependimentos...
Que promessas nem sempre são cumpridas...
Que juras de amor nem sempre são de amor...
Que quem merece não implora a confiança...
Que regras sempre serão quebradas...
Que quem tem muita história, um pouco fez...
Que ciúmes não significam amores...
Que cenas de cinema nem sempre são de romance...
Que seus amigos te definem...
Que presentes não são compromissos...
Que quem está do deu lado pode estar do lado errado...
Que quem não te dá opção não merece sua escolha...
Que atitudes mudam tudo do inicio ao fim...
Que o mundo dá voltas e tudo vai se repetir...
Que as pessoas mentem muito, e por pouco...
Que nem sempre uma mulher é uma mulher de verdade...
Que não é tão inocente, como seu jeito inocente é...
Que o sabor dela é outra mulher.
As coisas, as pessoas... São assim...
Sempre diferente do que pensamos...
E sempre nos subestimando...

David P. Guimarães Thomé
(Adaptado por JSC)

Cachorra no cio




Ela é jovem demais e  foge  como uma cadela no cio, que foge de muitos cachorros. Ela quer, mas tem medo. Tem medo do desejo do cachorro. Tem medo do cachorro. Se fosse apenas um desejo, não teria tanto medo, mas o cachorro tem muitos desejos.

Ela finge estar doente, quando percebe a vontade nos olhos do cachorro; assim  mostra-se indiferente a tanto desejo. Ela vê a vontade no corpo dele, ela sente vontade, que cachorra não sentiria, já que esta está no cio. Nunca  antes teve  um cachorro. Assim,  suporta suas ânsias com tamanho sofrimento  que a leva a sonhar por longo período. 

Deita, rola, range os dentes, saliva, uiva; cachorra determinada. Espanta, late, morde o pretendente para afastá-lo. Muitas vezes constrangido e intimidado com a situação, ele fica distante por alguns minutos e, como nada quer, aos poucos vai se aproximando daquela que finge não o vê, não está nem aí.  Tudo volta como estava antes.

Agora experiente,  já deitada, ela olha ao redor. É só mais um cachorro  que entra, que a cerca, que sente seu cheiro,  que a toca e a convida para o ato, porém não precisa mais convidar, ela já está preparada para a festa. Já conheceu muitos outros cachorros.  Seus desejos, então, são muitos. Um só cachorro não dá.  Ela precisa de  matilhas  para sobreviver, para pagar suas contas.

Joerlândio Cordeiro