ele
Quem é ele?
ele é ele
ele é ele
ele
quem é ele?
ele é ele
ele é ele
ele é ele
ele...
ele
ele
ele
ele
ele é ele
ele é ele.
ele é ele!
ele
Quem é ele?
ele é ele
ele é ele
ele
quem é ele?
ele é ele
ele é ele
ele é ele
ele...
ele
ele
ele
ele
ele é ele
ele é ele.
ele é ele!
No calabouço da alma,
Com
medo da sombra
Que assombra.
Cadeado trancado,
Preso no próprio corpo,
De pensamento oco;
Nada
resta,
No final do poço,
Além de
osso.
Ai, como m’assombra
Esta tal alma de zumbi!
Sem sentimento, moribunda,
Acompanhada d’outras
ou não; tanto faz.
E
tal solidão jamais.
Se tiver na penumbra
Ou no escaldar do dia,
Esta alma fria
Nenhum sentimento terá.
Vaga irreconhecivelmente ,
nem feliz nem contente,
No meio de gente
Que
morta também está.
O silêncio d'alma doente,
Ferida por percalços da vida,
Certamente incompreendida
Por não compreender
O que fácil pode ser entendido.
De um lado tristeza; doutro abismo.
A loucura do louco
Não é loucura pro louco.
Os "normais" dirão que é mentira
Talvez, assim como o louco,
Só um tolo poderá não entender
Que passa n'alma de quem tem a
loucura.
JSC
Aqui no bar com copo na mesa
Cachaça na cabeça, lembrando da ex
Fico aqui mais uma vez,
Tentando esquecê-la.
Essa mulher, maldita mulher
Que tanto bem e mal me fez
Sortudo ou não, meu pobre coração
Precisa dela de uma vez.
Como esquecer se não paro de pensar em você
Nenhum só instante
Seu orgulho nos mata, agora já não sei
se somos ainda amantes
Afaste seu orgulho e torne nosso amor
Forte como diamante.
JSC
Na
fúria da beleza,
A
natureza construiu
Diversos
monumentos,
Mas
há um em que me contento
Em
todo esse infinito,
Entre
eles o mais bonito:
És
tu quem mais admiro.
Despojada
em cabelos pretos,
Cintura
bela,
Que
lindas pernas!
Mulher,
o que te falta mais?!
Pele
linda e macia,
Jeito
meigo e sorridente,
Voz
suave e eloquente.
Estou
completamente perdido.
Fui
abduzido, talvez seduzido.
Entendo,
deusa-mulher,
Que
é um amor proibido.
Mas
desafio o perigo,
Prefiro
assim fazer
Do
que aos poucos morrer
E
nunca ter coragem de dizer
Tudo
o que há em mim.
Fingindo
não ser assim
Sofreria
muito mais
Nas
lembranças de um belo passado.
Nesse
tempo todo afastado
Do
teu corpo inteiro desgarrado
Não
consegui nem teu cheiro esquecer.
Assim
me provocas sem quereres me provocar.
Infinita
ilusão!
Até
quando essa situação
Conseguirei
aguentar?!
Às
vezes tímida, delicada
De
beijos ardentes, direta e compreensiva,
Apaixonada,
romântica e devotada.
Caminharei
com mágoa,
Se
ao longo da estrada
Deste
amor proibido,
Um
pouco não ser correspondido.
Manterei
para sempre,
Meu
amor, tudo escondido.
Joerlândio Cordeiro
Diga a senha no meu ouvido
Fale a palavra certa, então.
Sussurro e carinho com gemido,
No meu corpo escorregue sua mão,
Destranque a chave do libido.
Quebre o sigilo da paixão
Vá entrando não é mais proibido.
Beijos e abraços com emoção
Corpo suado sem sigilo.
Voltei pro sítio
Encontrei meu grito
Tangendo meu gado
Que ainda estava lá.
Voltei pro sítio
Ah, que emoção
Minha plantação
Que ainda estava lá.
Ah, minha terrinha
Como é bom voltar
E te reencontrar.
Ah, minha terrinha
Como é bom voltar
E te reencontrar.
Encontrei amigo
Embaixo do cajueiro
Pra conversar.
Falei da viagem
E minha mudança
De volta pra cá.
Ah, minha terrinha
Como é bom voltar
E te reencontrar.
Ah, minha terrinha
Como é bom voltar
E te reencontrar.
Como faço?
Como é que faço
Que só tenho o teu retrato
Pra poder admirar?
Como é que faço
Que só tenho o teu retrato
Pra poder olhar?
Como é que faço
Que só tenho o teu retrato
Pra poder beijar?
Como é que faço
Que só tenho tristeza nesse lugar?
Como é que faço
Que você foi embora pra te buscar?
Como é que faço
Pra te convencer de volta ao nosso lar?
Volta pro nosso cantinho
Aqui estou sozinho querendo te amar.
Volta pro nosso cantinho
Aqui estou sozinho querendo te amar.
Depois que você foi embora
Não vejo a hora de você
Pra mim voltar.
Depois que você foi embora
Não vejo a hora de você
Pra mim voltar.
Volta pro nosso cantinho
Aqui estou sozinho querendo te amar.
Volta pro nosso cantinho
Aqui estou sozinho querendo te amar.